PLAYER RADIO

“Além das Máscaras: A Verdadeira Origem do Carnaval e Seus Impactos Espirituais”

 

Carnaval "festa da carne"



O Carnaval é conhecido como a maior festa popular do Brasil. Milhões aguardam ansiosamente pelos dias de folia, música e celebração. Mas por trás das fantasias, das cores vibrantes e da aparente alegria coletiva, existe uma história pouco refletida — e consequências que raramente são discutidas à luz da Palavra de Deus.

📜 A Origem do Carnaval

Historicamente, o Carnaval tem raízes em festividades antigas como as celebrações da Roma antiga, incluindo as Saturnais, festas marcadas por excessos, inversão de valores e permissividade moral. Com o tempo, a tradição foi incorporada ao calendário religioso antes da Quaresma, período que antecede a Páscoa no cristianismo histórico.

O próprio nome “Carnaval” é associado à expressão latina carne vale, que significa “adeus à carne”, indicando um período de indulgência antes de um tempo de abstinência.

No Brasil, o Carnaval ganhou força cultural com os desfiles das escolas de samba, especialmente no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, tornando-se um evento mundialmente conhecido.

Mas a pergunta que precisa ser feita não é apenas histórica — é espiritual.


🎭 O Que Está Por Trás das Máscaras?

A máscara simboliza algo profundo: ocultar a identidade. Durante o Carnaval, muitos se sentem livres para fazer o que normalmente não fariam. É como se a fantasia concedesse permissão para excessos.

A Bíblia, porém, ensina em Gálatas 5:19-21 que as “obras da carne” incluem práticas como imoralidade, bebedices e orgias — comportamentos frequentemente associados ao espírito carnavalesco.

A questão não é apenas participar de uma festa cultural. A questão é: quais valores estão sendo celebrados?


⚠️ O Que o Carnaval Pode Causar na Vida da Pessoa?

  1. Enfraquecimento espiritual – Quando alguém normaliza práticas contrárias aos princípios bíblicos, sua sensibilidade espiritual diminui.

  2. Consequências emocionais – Muitos experimentam culpa, arrependimento e vazio após dias de excessos.

  3. Consequências físicas e sociais – Estatísticas frequentemente mostram aumento de violência, abuso de álcool, acidentes e práticas irresponsáveis nesse período.

  4. Distanciamento de Deus – Romanos 12:2 nos orienta: “Não vos conformeis com este século”.

O problema não está apenas na música ou na dança. Está no espírito de permissividade que muitas vezes domina o ambiente.


📖 O Que a Bíblia Ensina?

A Palavra de Deus nos chama para uma vida de vigilância e santidade. Em 1 Pedro 1:15-16 está escrito: “Sede santos, porque Eu sou santo”.

O cristão é chamado para ser luz. Enquanto o mundo celebra excessos, o discípulo de Cristo é chamado a refletir domínio próprio, fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23).

Isso não significa viver isolado, mas viver consciente.




Além das Máscaras: O Que o Carnaval Revela Sobre o Coração Humano

Todos os anos, multidões se reúnem nas ruas do Brasil para celebrar o Carnaval. No Rio de Janeiro, no Salvador, em Recife e em tantas outras cidades, a música ecoa, as fantasias ganham vida e a festa toma conta do cenário.

Mas enquanto o som aumenta do lado de fora, uma pergunta precisa ecoar do lado de dentro: o que essa festa revela sobre o coração humano?


🌿 A Busca Pela Alegria

O ser humano foi criado para a alegria. Isso é bíblico. O problema não é desejar celebrar — o problema é onde buscamos essa celebração.

O Carnaval, historicamente, carrega influências de festas antigas marcadas por excessos e permissividade. Com o tempo, tornou-se parte da cultura brasileira, ganhando proporções grandiosas, especialmente em locais como o Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Mas por trás da cultura existe uma realidade espiritual: muitas vezes, o que se celebra não é apenas música ou dança, mas a liberação dos impulsos da carne.

A Bíblia nos ensina em Gálatas 5:19-21 que as obras da carne produzem consequências. Não porque Deus queira nos limitar, mas porque Ele deseja nos proteger.


🎭 A Máscara Que Esconde o Vazio

O símbolo do Carnaval é a máscara. E talvez isso seja mais profundo do que imaginamos.

A máscara permite viver, por alguns dias, uma versão diferente de si mesmo. Sem limites. Sem cobranças. Sem responsabilidade aparente.

Mas quando a festa acaba, a fantasia cai — e o vazio permanece.

Quantas pessoas experimentam a chamada “quarta-feira cinza” não apenas no calendário, mas na alma? Ressaca física, emocional e espiritual.

O coração humano não é saciado por excessos momentâneos. Ele foi criado para algo eterno.


⚠️ Consequências Que Não São Divulgadas

Durante o período carnavalesco, aumentam os índices de violência, acidentes, abuso de álcool e decisões precipitadas que deixam marcas duradouras.

Não se trata de apontar o dedo. Trata-se de alertar com amor.

Romanos 12:2 nos convida:
“Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente.”

Deus não chama Seu povo para viver reprimido — Ele chama para viver livre. E liberdade não é fazer tudo o que se deseja; é ter domínio próprio para escolher o que edifica.


✨ Uma Alegria Que Não Acaba

O Evangelho não é contra a alegria. Pelo contrário: ele oferece uma alegria mais profunda, mais estável e mais verdadeira.

Enquanto o mundo oferece euforia passageira, Cristo oferece paz duradoura.

Enquanto as ruas oferecem aplausos momentâneos, Deus oferece identidade eterna.

O Carnaval passa. A música silencia. As luzes se apagam.

Mas a vida continua. E a alma continua com sede.


❤️ Um Convite, Não Uma Condenação

Se você que está lendo já participou, já se envolveu ou até ama essa festa, este texto não é uma acusação. É um convite.

Convite para refletir.
Convite para avaliar.
Convite para experimentar algo maior.

Existe uma alegria que não precisa de máscara.
Existe uma liberdade que não termina na quarta-feira.
Existe um amor que não decepciona.

E esse amor está em Cristo.




 Quando a Música Para, O Que Fica?

O Carnaval termina. As luzes se apagam no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. As fantasias são guardadas. As ruas voltam ao normal.

Mas e o coração?

A grande questão não é se alguém pode ou não participar de uma festa. A questão é: o que essa festa está formando dentro de você?

Ela aproxima você de Deus — ou o afasta?
Ela fortalece sua fé — ou a enfraquece?
Ela produz vida — ou apenas lembranças passageiras?

Não se trata de tradição cultural. Trata-se de direção espiritual.

Talvez o maior perigo não esteja na música alta, mas no silêncio da consciência. Talvez o maior risco não seja a multidão nas ruas, mas o distanciamento invisível no interior da alma.

Hoje, antes de qualquer decisão, antes de qualquer fantasia, antes de qualquer convite, pare e pergunte:


Quadro cronológico sobre o carnaval:

 4.000 a.C. Festas agrárias realizadas no antigo Egito em devoção a Osíris

2.000 a.C. Surgimento do Deus Campestre Dioniso, na Trácia.

605 a 527 a.C. Oficialização do culto a Dioniso na Grécia, durante o reinado de Pisistrato em Atenas, com bacanais e vinho.

século V a.C. Referências de cultos semelhantes ao de Dioniso entre os Hebreus, a Festa das Sáceas; entre os Babilónios, a festa da Deusa Herta

 

443 a 429 a.C.

Reinado de Péricles. A cidade de Atenas se projeta como um grande centro de arte. Início da repressão ao

culto a Dioniso na Grécia. Referências de cultos semelhantes ao de Dioniso no Egito, a festa da Deusa Ísis

e do Touro Apís; entre os Hebreus, a Festa das Sáceas; entre os Babilônios, a festa da Deusa Herta.

 

186 a.C. O Senado Romano reprime os bacanais, festas em homenagem a Baco, o Dionísio dos Romanos, pois

geram desordens e escândalos.

 

325 d.C.

O Concílio de Niceia institui forma de cálculo da data da Páscoa, determinando que a Quaresma se inicia 40

dias antes. A marcação das datas do carnaval obedecem as regras que determinam a Páscoa dos católicos,

por isso, são também móveis variando de 05 de fevereiro ao 03 de março (a Páscoa dos católicos não pode

ter data fixa, para não coincidir com a Páscoa dos judeus que é fixa, a 15 de Nissam).

A Igreja Católica, ao constatar a ineficiência das proibições dos festejos, ditos pagãos, arraigados no

inconsciente coletivo dos povos, tratou de adaptar ao calendário Eclesiástico as festas consideradas

profanas, mas não totalmente desligadas da religião. Esse foi um dos assuntos exaustivamente debatidos

 

no I Concílio de Nicéia, em 325 d.C.. Foram então, permitidas comemorações libertas de orgias e

permissividades, na hipotética data do nascimento de Cristo, dia 25 de dezembro, época aproximada das

festa greco-romanas. Permitiam-se celebrações que passando pela entrada do Ano Novo terminava na

Epifania, dia 06 de Janeiro (Dia de Reis). A intenção da igreja era “cristianizar” as festas pagãs realizadas

em dezembro (solistício do inverno, entre elas, a festa mitraica que celebrava o Natalis Invictis Solis da

religião Persa, que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos da Era Cristã, bem como as

Saturnálias de Roma e os cultos solares entre os Celtas e os Germânicos).

 

590 O Papa Gregório I, cria a expressão “dominica ad carne levandas”, sucessivamente abreviada até a palavra Carnaval.

Idade Média

Os franceses comemoravam o Carnaval com sexo e vinho. Em Itália fazem-se cortejos e as pessoas divertem-se com batalhas de água, ovos, etc. A Europa divide-se em países que encaram o Carnaval como celebração religiosa e países em que o Carnaval é a festa da gula, do vinho, da música e do sexo

1420 Ocorreu o primeiro carnaval veneziano para comemorar a vitória de Veneza sobre Aquiléia: a realização deum desfile satirizando os derrotados.

 

1464

O Papa Paulo II incentiva o Carnaval de Veneza na sua vertente religiosa, mas o Carnaval continua a ser

visto como um período de permissividade associado ao uso das máscaras transformadoras, alegorias e

fantasias.

 

1500

Em 1500, a maioria dos párocos eram homens com nível social e cultural semelhantes aos de seus

paroquianos. Os reformadores não estavam satisfeitos com a situação e exigiram um Clero culto. Em áreas

protestantes os Cléricos tendiam a ser indivíduos com grau universitário e nas áreas católicas, depois do

Concílio de Trento, os padres começaram a ser formados nos Seminários.

 

1545

No Concílio de Trento, o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua importante, não

devendo ser hostilizado pelo Clero. Hélio Damante em “Secularização do Carnaval”, cultura nº 172, 1980,

página 6 e 7, a respeito do assunto diz: “ainda após Trento a igreja considerava o carnaval pecaminoso

somente em círculos restritos, como a Corte francesa de antes da revolução, onde os bailes de máscaras

se transformavam em bacanais, exatamente como na antiga Roma decadente. Não entre o comum do povo

entregue a ingênuos folguedos, bailados, banhos de cheiros, revelando o vigoroso e sadio espirito de festa,

aculminar nos cortejos (desfiles) expressando não só o pitoresco, mas freqüentemente a crítica aos costumes e aos poderosos”.

 

1549 Ocorreu a primeira procissão brasileira de Corpus Christi quando o primeiro governador-geral, Tomé de Souza, fundou a cidade de Salvador (BA).

1582 O Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval.

1711 Início das festas de coroação dos Rei e Rainha do Congo.

1723 Portugueses introduzem celebrações do Entrudo no Brasil proveniente das ilhas portuguesas da Madeira, Açores e Cabo Verde.

1785 É realizado em Lisboa o primeiro baile de máscaras à moda francesa, para festejar o casamento do filho do rei, mais tarde D. João VI e Carlota Joaquina.

1800

Data deste ano o início da procissão dos ossos, um dos mais antigos cortejos religiosos. A procissão dos

ossos deixou de se realizar após 1850, quando o Imperador daí em diante passou a indultar os condes condenados à última pena.

1832

 Na Alemanha, às margens do Reno, foi coroado o primeiro rei da folia.

1840

Os primeiros bailes de Carnaval surgiram por volta de 1840 e eram animados por canções portuguesas,

sobretudo as quadrilhas e as chamadas chanças lusitanas. Seguiram-se a polca e os ritmos do carnaval italiano.

No Brasil, surgiram os bailes de carnaval, no Hotel Itália, no Rio, ao som de valsas, quadrilhas e habaneras, inspirados nos grandes bailes de máscaras realizados na Europa.

1848 No Brasil, o sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira, saiu por aí tocando bumbo. Deu origem aos primeiros blocos de rua.

1850 No Brasil, o Carnaval foi para as ruas.

1855 No Brasil, surgiram os primeiros grandes clubes carnavalescos.

1857

Em Nova Orleans aconteceu o primeiro carnaval norte-americano, o Mardi Grass. O Mardi Grass que

significa terça gorda, se iniciou quando negociantes fundaram o clube “The Mystick Krewe of Comus” e

fizeram um desfile com monumentais carros alegóricos, tendo à frente negros com archotes (na terça-feira

de carnaval).

Durante o Mardi Grass, mais de 50 agremiações desfilam pelas ruas da cidade, os bares ficam o tempo

todo abertos, e são tomados por multidões com os mais exóticos trajes, que bebem e saem as ruas fazendo

a maior algazarra nas passagens das agremiações. O ponto de encontro do carnaval negro é a Av. Clair

Borne, onde se espalham as mais exóticas tribos, com elaboradas e esquisitas fantasia. O monarca da festa

é o Rei ZULÚ. Há uma mistura de ritmos de origem negra.

1866 No Brasil, os cordões começaram com as sociedades carnavalescas.

1870 No Brasil, foi criado o Maxixe, um tipo de música tipicamente brasileira e específica para o Carnaval.

 

 

1873

Ocorrem os primeiros desfiles alegóricos de Viareggio, na Região Toscana, transformando-se, com o correr

do tempo, no maior centro carnavalesco da Itália, atraindo uma multidão de turistas para ver os desfiles de

bonecos gigantescos.

1882

Surge em Nice, O corso que é formado por um grande cortejo, onde se destacam o Rei Momo e seu grupo

de cortesões acompanhando de um séquito de 5 mil crianças, 20 carros alegóricos e 800 máscaras

gigantescas representando personagens conhecidos da cidade. No último dia de carnaval acontece o

cortejo de incinerações. As máscaras e bonecos são queimados na praia e há um espetáculo de fogos de

artifício, marcando o fim das festividades. Na avenida Atlântica de Nice, na Promenade de Anglais, são

organizadas as famosas batalhas das flores, compostas pelo cortejo de inúmeros carros alegóricos, cheios

de bonitas garotas, entre elas a rainha do carnaval, que passam jogando milhares de buquês de flores para

o público. Cerca de 10 toneladas de flores são distribuídas pela prefeitura. O carnaval de Nice tem um

calendário dilatado, de 15 de fevereiro a 4 de março.

1884 A Sra. da Conceição Aparecida passou a usar, oficialmente, a coroa ofertada em 1884 pela Princesa Isabel,

bem como o manto azul-marinho.

1885

Nasce o primeiro afoxé. Era o Embaixada Africana, que desfilou com roupas e adornos importados na

África. Os afoxés são sociedades carnavalescas fundadas por negros, na Bahia, inspiradas nas tradições

africanas.

Os grupos de afoxé são manifestações artísticas de grande valor na cultura baiana, ligadas diretamente aos

cultos afro-brasileiros, especialmente aos antigos atos de devoção às divindades do candomblé.

Apesar das mudanças socioculturais, os grupos de afoxé mantêm vários traços característicos da cultura

africana: entoam cantos em dialetos africanos, usam instrumentos de percussão como atabaques e agogôs,

além das cores e símbolos ligados às tradições dos cultos africanos. Um dos afoxés mais conhecidos,

citado pelos compositores baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil em algumas de suas canções, é o Filhos

de Gandhi.

1889

Os primeiros blocos foram licenciados pela polícia no Rio. Os integrantes fantasiados percorriam as ruas ao

som de instrumentos de percussão.

Surge a Sociedade Carnavalesca Triunfo das Concubinas, o primeiro cordão organizado da Cidade.

A compositora Chiquinha Gonzaga compõe O ABRE-ALAS, considerada primeira música de Carnaval.

1895 Na Bahia nascia o primeiro afoxé: estava inventada a batucada.

1904 Oficializado o nome Tenentes do Diabo para os Zuavos.

1906 O lança-perfume, com perfume e cloreto de etila, começou a ser trazido da França.

1907 Surgiu o Corso, um desfile de automóveis que se constituiu em uma das principais atrações do carnaval

carioca durante as primeiras décadas do século XX.

1908

Os filmes eram mudos. A sonorização era feita na hora por cantores e músicos atrás das telas. Os filmes

eram exibidos imediatamente após o carnaval, na quarta feira de cinzas.

Cinemas Documentais: O corso em Botafogo, o Corpo de Carruagens, o Corso de 19 de Fevereiro, o

Préstito do Clube Democráticos, os Capadócios da Cidade Nova - filmes mudos.

1909 Filmes mudos: ficção Carnavalesca de Antônio Serra e Pega na Chaleira.

1910 Filme mudo: O Rio Por um Óculos.

1911 Filme mudo: O Cordão.

1919 Filmes mudos: Pierrôs e colombinas e Amor e Boêmia.

Com o fim da guerra, os filmes americanos entram no mercado nacional.

1925 Realiza-se o primeiro concurso de sambas e marchinhas no Teatro São Pedro.

1928

Foi fundada a primeira Escola de Samba no Brasil, no bairro do Estácio, pelo sambista Ismael Silva, era a Deixa Falar.

As escolas de samba estrearam no Rio de Janeiro e, com o tempo, adquiriram estrutura e orientação

empresariais, reunindo até 15.000 integrantes. Hoje, elas comercializam apresentações, direitos autorais e

de imagem, sob o patrocínio do Estado e de banqueiros do jogo do bicho.

1929 A Sra. da Conceição Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil e sua padroeira oficial, por determinação do

Papa Pio XI.

1932

Ocorreu o primeiro desfile, ainda extra-oficial, da Deixa Falar.

O termo “escola de samba” surgiu no século XIX, mas foi definitivamente adotado nos anos 30, desde que o

bloco Deixa Falar (a primeira de todas) passou a fazer ensaios à porta da antiga Escola Normal.

Da procissão brasileira de Corpus Christi surgiu a ala das baianas escravas enfeitadas, obrigatória nas

escolas de samba.

1933

O Rei Momo foi instituído pelo jornal carioca “A Noite” como símbolo do Carnaval. O primeiro Rei Momo foi

o compositor Silvio Caldas.

Primeiro filme nacional falado - O Carnaval de 1933.

Outro filme - A voz do Carnaval, produção da Cinédia, direção de Ademar Gonzaga e Humberto Mauro,

argumento Joraci Camargo.

Carmem Miranda aparece pela primeira vez na tela.

1935

Os desfiles das escolas de samba foram legalizados pela Prefeitura do Distrito Federal.

Ocorreu o primeiro desfile oficial da Deixa Falar na Praça Onze de Junho, ponto tradicional de concentração

de blocos e cordões.

Alô, Alô Brasil, primeiro filme pré-carnavalesco - Cinédia.

1937 Houve o primeiro desfile, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro igualitária dos carnavais.

1946 Filme: Caídos do Céu - Cinédia.

1949 Primeira transmissão do Carnaval pela Rádio Continental com Paulo Palut, Afonso Soares, Cid Ribeiro e Jorge Sampaio.

1950

O primeiro trio elétrico saiu às ruas. Era um calhambeque Ford T1929, equipado por dois alto-falantes. O

dono do carro, Osmar Macedo, e seu amigo, Adolfo do Nascimento, tocavam frevos de Pernambuco com

guitarra, baixo e bateria.

Circulando pelas ruas, juntavam pessoas que seguiam o percurso cantando e dançando. No ano seguinte, o

velho carro foi substituído por uma caminhonete e denominado Trio Elétrico Dodô e Osmar, que passou a

ter como patrocinador a fábrica de refrigerantes Fratelli Vita. O patrocínio possibilitou-lhes a compra de um

caminhão. O equipamento de som aumentou, assim como o número de músicos.

1954

A prefeitura do Rio de Janeiro convidou astros e estrelas de Hollywood para a festa e com isso atraiu para o

desfile milhares de turistas. A partir de então, a TV, interessada na transmissão dos desfiles, teve um papel

fundamental na modificação das relações entre a sociedade e o samba.

1960 O lança-perfume foi proibido porque a substância era aspirada como uma droga.

1963 Foram construídas as primeiras arquibancadas, cujos lugares foram vendidos ao público, na Av. Presidente

Vargas.

1965 Como nas bandas, não existia uniforme ou regulamento, cada um ia como podia ou queria, assim, em

Ipanema, no Rio de Janeiro surgiu a primeira banda organizada.

1966 Filme: Rio 40 graus.

1981 Torna-se obrigatória a presença de uma ala de crianças nos desfiles das Escolas de Samba.

1984

Construção do Sambódromo - Passarela do Samba.

A primeira Escola a desfilar na Passarela do Samba foi a Império do Marangá. Leandro Miguel da Silva, de

6 anos foi o primeiro sambista a pisar o asfalto do Sambódromo, em 02/03.

A Conferência Nacional dos Bispos [Católicos] do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de

Aparecida como Santuário Nacional, o maior Santuário Mariano do mundo.

1994

Inauguração do Terreirão do Samba na Praça Onze - Rio de Janeiro - RJ, em 20/01.

Achado o corpo de Mestrinho, assassinado dias atrás. Mestrinho foi parceiro de Didi, em 18/04.

Assinado o tombamento da Passarela do Samba, em 09/06.

O significado da palavra Carnaval em sua raiz é "festa da carne", ou melhor, carne para Baal (o falso deus do Antigo Testamento). Carne vem do latim caro, carnis, tradução dos termos gregos sarkikos e sarkinos. Usualmente este vocábulo alude ao corpo de carne, mas também usado metaforicamente para indicar os apetites do corpo, ou então, aquilo que é mundano,

fazendo contradição ao que é espiritual.

No livro de Romanos 7:14 indica-se a posse da natureza da carne e isso governado por considerações e valores humanos e não pelo Espírito de Deus.

O que é carnal também pode ser uma alusão ao que é inerentemente fraco (II Cor. 10:4), ao que é temporal (Heb. 7:16), ao que é débil e pecaminoso (II Cor. 1:42). Também pode ser uma distinta disposição anti-espiritual (Rom. 7:14) ou então aquela disposição

anti-espiritual que aliena os homens de Deus (Rom. 8:5-8). O poder do que é carnal pode ser tão grande que chega a dominar a

mente, tornando-a inimiga de Deus (Rom. 8:7).

Romanos 7:5 – “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros

para darem fruto para a morte.”

Romanos 8:5-8,12-14 – “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são

segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e

paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode

ser; e os que estão na carne não podem agradar a Deus. (...) Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para

vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as

obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.”

Romanos 6:11-12 - "Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso

Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;"

I Tessalonicenses 4:5 – “Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus.”

I Pedro 2:11 – “Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais que

combatem contra a alma;”

I João 2:15-17 - “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do

Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para

sempre.”

É tremendamente impactante a influência na vida e nas atitudes daqueles que desta "festa da carne" participam. Ainda que de

forma consciente ou inconsciente, vemos explicitamente a pratica e a vivência das "obras da carne" conforme o apóstolo Paulo, há

vários séculos atrás, no poder do Espírito Santo já denunciava estas obras, na carta endereçada aos Gálatas (Gal. 5:16-26).

Gálatas 5:13,17,19-22,24 – “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar

ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. (...)Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra

a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis (...) Porque as obras da carne são manifestas,

as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas,

dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos

declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito

é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. (...) E os que são de Cristo

crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.”

Gálatas 6:8 – “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito

ceifará a vida eterna.”

A carne milita contra o Espírito, as obras da carne são conhecidas: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades,

porfias (disputas), ciúmes, iras, discórdias, facções, invejas, bebedices, glutonarias... é inegável a presença de manifestações

como essas no "carnaval". Não podemos deixar de destacar o respaldo que tais atitudes recebem no mundo espiritual, pois é

sabido que entidades (demônios) são alimentadas durante o ano todo com oferendas: flores, bebidas, comidas, sangue, ritos,

danças, etc... pelos "Pais de Santo", "Babalaorixás" ou Cambonos", ou seja, como se chamem os que tais ritos praticam para que

essas entidades lhes concedam os pedidos feitos. Mas é somente no Carnaval que não se alimentam os demônios para que tais

criaturas fiquem livres do local de oferenda para saírem e se alimentarem dos apetites carnais insaciáveis dos seres humanos e

toda sorte de violência induzidas por esses demônios durante este período do ano. Período este, no qual é comprovado o

aumento gritante das práticas de adultério, traição, fornicação, gula, cobiça, embriaguez, luxúria, vaidade, etc e nos índices de

crimes, acidentes, mortes, overdoses, estupros, violência, gravidezes indesejadas e precoces, etc ...

Lucas 21:34 - "E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados

da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia."

Romanos 13:13-14 - "Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades,

nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em

suas concupiscências."

I Pedro 4:2-4 - “Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas

segundo a vontade de Deus. Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em

dissoluções, concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; E acham estranho não correrdes com

eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.”

II Timóteo 2:22 - "Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração

puro, invocam o Senhor."

Judas 1:7 – “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles,

e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno."

Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se, por, isso de uma

manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pela Bíblia. Seja no Egito, nas celebrações à deusa Isis e

o touro Ápis; seja nas celebrações à deusa Herta, dos teutônicos; seja na Grécia ou na antiga Roma, onde se cultua,

respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno (rituais dionisíacos gregos e os licenciosos Bacanais, Saturnais e Lupercais;

as suntuosas orgias romanas), ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou no Rio de Janeiro, sempre notaremos a louca,

desinibida e desenfreada celebração com as características bebedeiras desenfreadas, danças sensuais, músicas lascivas, nudez,

liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.

Então qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o

costume de muitas igrejas? Devemos por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização? Ou isso não

vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento? Cremos que a resposta cabe a

cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da Igreja de Cristo Jesus nasce de princípios estreitamente ligados ao seu

propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo.

Aquilo que não é bom, que é errado, pecado, imoral, torpe, etc nos outros momentos da vida, nos outros dias do ano, não

pode tornar-se positivo, permitido, legal, válido, certo ... em determinados dias (porque é carnaval). Deve-se

indubitavelmente procurar a alegria, as manifestações passíveis de felicidade, mas é importante questionar-se sobre o

que realmente é capaz de gerar essa felicidade e se determinadas alegrias não são aparentes e unicamente geradoras de

sofrimentos futuros para nós mesmos e/ou para o nosso próximo. Também aqui é válida a clássica Regra Áurea do

Cristianismo: "Fazer aos outros somente o que faríamos para nós mesmos". Até porque, quando o sofrimento recai sobre

o outro por nossa culpa, ainda que, momentaneamente, nossa consciência se encontre anestesiada, faz-se sobre nós a

inexorável reação da Lei Divina. É apenas questão de tempo.

As religiões que seguem a revelação bíblica - judaísmo e cristianismo - criaram a distinção entre sagrado e profano, ao

introduzir a idéia do pecado e o conceito da santidade de Deus. O profano e o sagrado não têm espaço na religião

destituída da idéia do pecado. As religiões antigas e as espiritualistas de hoje não têm para essas categorias um conceito

claro, exatamente porque não estabelecem a realidade do pecado e da redenção.

Biblicamente há uma grande expressão para o Carnaval na vontade do povo em crucificar Cristo Jesus. A partir do

momento em que Pilatos decidiu lavar as mãos, que pela vontade do povo permitiu trocar a morte de Barrabás pela morte

de Jesus, uma grande folia se instalou pelas ruas de Roma. Espiritualmente o Carnaval significa apoio às forças de

Satanás. O desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí - Rio de Janeiro, por exemplo, é do jeitinho como o diabo gosta!!!

Pouco antes do carnaval é feita uma eleição e é escolhido um homem, que é coroado rei, para reinar e comandar os dias da festa,

que é chamado rei Momo. É a mesma festa que acontecia no passado, com algumas mudanças estratégicas feitas por Satanás.

Já que nos dias de hoje não seria aceitável o sacrifício do representante de Momo, Satanás troca essa vida (o sacrifício do rei Momo) pela vida de todos os que são brutalmente assassinados no período do carnaval.

Mas após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, deus sol (Ninrode, Tamus),

recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela Cidade, Estado ou País, as chaves "da cidade". Este

ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder,

autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar (Isaias 22:22, Apocalipse 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1 e Mateus 16:19). É transferida/

dada toda a autoridade do lugar a esse ente espiritual, num ato do povo formalizando o pedido para que ela reine, governe,

mande ... sobre eles. Estão recusando a coroação e o reinado de Jesus Cristo em troca do reinado desse demônio.

Ao receber as chaves espirituais da cidade os demônios que comandam o carnaval, ligam espiritualmente os foliões ao inferno.

Juízes 9:8 – “Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei, e disseram à oliveira: Reina tu sobre nós.”

Romanos 6:12 – “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências;”

Isaías 28:1 – “AI da coroa de soberba dos bêbados de Efraim, cujo glorioso ornamento é como a flor que cai, que está sobre a

cabeça do fértil vale dos vencidos do vinho.”

Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros

alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então:

será que deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas, casas de massagem, festas de bebedeiras e orgias, a fim de

conhecer melhor a ação do diabo e investir contra ela? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?

Desculpem-me, mas o título "Carnaval de Jesus" - utilizado como propaganda de retiros e encontros católicos por ocasião dos

feriados pela folia carnavalesca - é absolutamente inaceitável. O Carnaval é, no conceito e experiência de domínio público, uma

festa pagã em que prevalecem os desmandos morais, sexo sujo, drogas, bebedeira, perversões de toda a espécie.

É, ao menos uma incoerência, para não dizer uma clamorosa blasfêmia, querer "canonizar" o termo conhecidamente

devasso, anexando-lhe o Santíssimo nome de Jesus, Nosso Senhor - Nome a cuja pronúncia devem dobrar-se os joelhos, no

céu, na terra e até nos infernos, como ensina São Paulo na Carta aos Filipenses, 2:10.

Ao tratarmos com práticas pagãs, é preciso agir com a maior prudência, mesmo que o propósito seja o de evangelizar e,

especialmente, de trabalhar pela conversão dos pecadores.

Absurdo como o dessa união de termos - "Carnaval de Jesus" pode dar ensejo a que, com idéia tão infeliz como essa, se

pense em criar um retiro com o título "Boca de Fumo de Jesus" para promover a conversão de viciados em drogas!!!

Por amor de Jesus, peçam ao Divino Espírito Santo que preserve vocês de "casamentos" descabidos com esses, tentando reunir

palavras inteiramente incompatíveis, porque, como ensinam os bons gramáticos - toda palavra tem forma e conteúdo, significado!

E o significado é o mais importante em uma palavra, especialmente nas que são usadas para transmitir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Durante a história de Israel (o primeiro povo a quem Deus se revelou, fazendo uma aliança com os patriarcas da nação), muitas

vezes esse povo misturava suas crenças com as dos outros povos que não temiam a Deus, e em vez de escolhas, faziam

misturas. Ainda hoje isto acontece muito; em vez de escolherem entre Deus e o pecado, as pessoas tentam misturar os dois e

ficar com um pouco de cada.

Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: "O Carnaval é uma celebração que combina desfiles,

enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a

Quaresma. Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no

ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove

Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).

No carnaval, depois de vários dias de festa, imoralidade, bebedeira, drogas e tantas outras coisas nocivas ao ser humano, a

religião ainda sustenta que tudo deve terminar numa quarta-feira de cinzas e "arrependimento"! Planeja-se o pecado e seu

posterior arrependimento antes de tudo acontecer. Isto é uma forma de não ter que escolher, mas poder misturar as duas

coisas... Só que o detalhe é que Deus não aceita isto. Nunca aceitou e jamais aceitará! Cada vez que isto aconteceu com o seu

povo, o Senhor exigiu uma postura, uma decisão. Quero mostrar isto em dois textos que refletem esta exigência em duas ocasiões

distintas: "Agora, pois, temei ao SENHOR e servi-o com integridade e com fidelidade; deitai fora os deuses aos quais

serviram vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao SENHOR. Porém, se vos parece mal servir ao SENHOR,

escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos

deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR." (Josué 24:14-15).

"Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o SENHOR é Deus,

segui-o; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu." (I Reis 18:21).

Há um texto de Malaquias (2:3) que diz: "Eis que (...) espalharei esterco sobre o vosso rosto, o esterco das vossas festas; e

com ele sereis tirados". Esse texto pode ser aplicado às festas pagãs que hoje se vêem no Brasil e outros países, a maioria com

raízes no catolicismo romano.

"E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejais participantes dos seus pecados e para que

não incorras nas suas pragas" - Apocalipse 18:4.

"Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e eu vos receberei" - II

Coríntios 6:17.

Perdão, mas a crítica é feita com todo o amor, com toda a caridade e para vossa salvação.

Quando o imperador Constantino I (280-337dC) proclamou-se cristão, designou bispos e pastores para elevados cargos públicos.

A Igreja dantes perseguida, agora apoiada pelo imperador, foi levando sua religião aos povos e nações dominados por Roma.

Mas, nesse processo de evangelismo imposto sem preocupação doutrinária, absorveu muito da idolatria, dos mitos e das festas

pagãs daquelas gentes. Desse modo é que o calendário cristão foi sendo infestado pelos eventos, costumes e festas e dos rituais

da mitologia pagã.

Dessa mixórdia originou-se o sincretismo religioso em que se emaranharam deuses do paganismo e do fetichismo, com supostos

"santos" do catolicismo romano. Até os dicionários, enciclopédias e revistas seculares denunciam essa lamentável ocorrência de

cerimônias pseudo-cristãs, que desfiguram e aviltam o cristianismo num culto politeísta e mitológico.

O carnaval é um exemplo de festa pagã encetada pelo romanismo. No mundo cristão medieval, o carnaval era o período de festas

profanas que se iniciava, geralmente, no Dia de Reis (Epifânia) e se estendia até a quarta-feira de cinzas, dia em que começavam

os jejuns quaresmais. Consistia em festejos populares e em manifestações sincréticas oriundas de ritos costumes pagãos, como

as festas dionisíacas, as saturnais, as lupercais e se caracterizava pela alegria desabrida, pela eliminação da repressão e da

censura, pela liberdade de atitudes críticas e eróticas.

Segundo o escritor Reginaldo Prandi, especialista em sociologia das religiões, no Brasil o sincretismo se formou no século 19,

quando os escravos deixaram o confinamento das senzalas e passaram a viver nas cidades. "Eles já haviam experimentado uma

assimilação intensa do catolicismo e começaram então a reconstruir suas religiões". Nas tradições africanas, divindades

conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo romano popular, os santos também tinham

esse poder. "Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas

trabalham com raios, houve o cruzamento", explica Prandi.

Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiras (a umbanda e o candomblé), cada orixá corresponde a um santo

católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia como São Jorge, mas no Rio de Janeiro

representa São Sebastião. A umbanda é a mais sincrética das religiões afro-brasileiras, tendo acentuado seu lado acidental com o

kardecismo. Sua tendência mais recente é a incorporação dos elementos mágicos da chamada Nova Era.

"Não é a toa que no maior país católico do mundo, a passagem do ano é uma festa profana, com brasileiros de todas as origens


sociais vestidos de branco, fazendo suas oferendas a Iemanjá", afirma o sociólogo Antônio Flávio Pierucci.

As festas juninas são outro exemplo. Tratam-se de comemorações populares de espírito lúdico, tendo boa parte delas origem

religiosa, tanto do catolicismo romano quanto de cultos africanos, como se vê no caso do Afoxé e de Bumba-meu-boi.

Tradicionalmente, as festas iniciam-se a 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio e vão até o final do mês, quando, no dia

29, se comemora o Dia de São Pedro. Nessas festas há fogueiras, danças de quadrilha, fogos de artifício e comidas típicas, e são

freqüentes os casos de embriaguez, brigas e assassinatos.

Tais festas lembram uma outra. Jerusalém estava iluminada por fogueiras, conta-nos Flávio Josefo, quando houve a festa pelo

aniversário de Herodes. O povo festejava na rua com banquetes, danças e bebidas. No palácio, em meio ao banquete oferecido

aos oficiais e nobres da Galácia, Salomé, enteada de Herodes, dançava ante seus olhares incestuosos. Num acesso

concupiscente de liberalidade, o rei ofereceu-lhe até a metade do seu reino. Salomé, talvez ainda uma adolescente, corre para sua

mãe e pergunta-lhe o que deve pedir. Herodíades, para vingar-se de João Batista, que reprovava sua vida de adultério com o seu

cunhado, manda que ela peça a cabeça do profeta num prato.

Assim morreu aquele de quem Jesus falou: "João batista jejua e não bebe vinho", Lucas 7.33. Morreu, em conseqüência de

festejos com danças, comilanças, bebedeiras e fogueiras. E é assim que comemoram o São João: Fazendo justamente aquilo que

ele reprovava e que lhe causou o cruel martírio.

Igualmente triste é a lembrança de uma fogueira na vida de Pedro. Foi exatamente sob a luz de uma pira que o afoito apóstolo

sentiu o olhar penetrante de Jesus e lembrou das palavras "Antes que o galo cante, três vezes me negarás" (Mateus 14.3-12;

Marcos 6.17-29 e Mateus 26.69-75).

Satanás escarnece dos crentes e ri dos foliões que induziu a participar e a comemorar as datas dos "santos", fazendo exatamente

aquilo que lhes causou sofrimento e morte.

É lamentável que cristãos ditos evangélicos tomem parte nesses festejos pagãos em honra a Momo e a Baco, deus do vinho, ou

fantasiem seus filhos para a "simples festinha folclórica", entregando-os de bandeja nas mãos de Satanás, que aproveita a

excelente oportunidade para afastá-los da igreja e do Evangelho, talvez por toda a vida.

No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos vendo, imoralidade, promiscuidade

sexual e bebedeira.

Como cristãos não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da

Palavra de Deus (Romanos 8:5-8 e I Cor. 6:20).

Por isto, a nós cabe, o grande desafio como Igreja do Senhor Jesus Cristo, nos posicionarmos em oração e jejum, anulando essa

força no mundo espiritual e não nos conformando com tais manifestações em nossas cidades, estados e nação, pois feliz é a

nação, cujo Deus é o Senhor.

Nós, Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a falsos

deuses, patronos das orgias, das bebedices, dos desvarios e dos excessos, na verdade demônios. Pense nisso.

Veja que você pode fazer: 1) Se arrependa de seus pecados; 2) Confessa-os ao Senhor Jesus Cristo (única e diretamente); 3)

Peça que Jesus faça morada em sua vida; 4) Ande em novidade de vida.

 

A VERDADE ESTÁ SOMENTE NA BIBLIA - CARNAVAL – CARNE PARA BAAL

 

A maldição do carnaval – origens e razão

Por que o carnaval é maldito? Não se trata de uma festa

popular, que arrebata multidões, proporcionando alegria a

tanta gente em nosso país? Para que se tenha uma ideia do

significado de uma festa, evento ou comemoração, devemos

ter em mente quatro aspectos: a origem, os meios, a natureza

e os fins ou resultados. Meditemos nesses quatro aspectos,

aplicando-os ao carnaval.

Quanto à Origem

Segundo o Dicionário Aurélio, carnaval era “no mundo cristão

medieval, período de festas profanas que se iniciava,

geralmente, no dia de Reis (Epifania) e se estendia até a quartafeira de cinzas, dia em que começavam os jejuns quaresmais.

Consistia em festejos populares e em manifestações sincréticas,

oriundas de ritos e costumes pagãos, como as festas dionisíacas,

as saturnais e as lupercais, e se caracterizava pela alegria

desabrida, pela eliminação da repressão e da censura, pela

liberdade de atitudes críticas e eróticas. (…) Os três dias

imediatamente anteriores à quarta-feira de cinzas, dedicados a

diferentes sortes de diversões, folias e folguedos populares, com

disfarces e máscaras; tríduo de momo”.

Aparentemente, a origem do carnaval não passava de

uma “combinação de desfiles e enfeites e de festas

folclóricas”, mas, na realidade é uma festa que teve origem e se

desenvolveu em festas dos chamados “Ritos de Fertilidade da

Primavera Pagã”, oriundos da Festa a Osíris, no Egito. Em

Roma, o carnaval teve origem nas Festas das Bacanais, em

homenagem a Baco, “deus do vinho”, e na Saturnália em

homenagem a Saturno, que era um deus romano. Era

considerado um dos Titãs, filho do Céu e da Terra. Diz a

mitologia que Saturno recebeu uma foice de sua mãe e matou

seu pai para tomar seu lugar entre os deuses. Foi expulso por

seu filho Júpiter (Zeus) e fugiu para o Lácio, onde fez reinar

paz e abundância.

Naquelas comemorações, era comum a prática de orgias e

libertinagem sexual. Nobres e plebeus se uniam, sem

constrangimento, dando lugar a fantasias eróticas e sexuais de

toda a espécie. Bebedice e glutonaria predominavam entre os

foliões.

Em termos resumidos, essa é a origem do carnaval.

Certamente, o carnaval nasceu em meio a um ambiente de

mitologia, adoração a deuses falsos, e à entrega a um

comportamento libertino e lascivo. Em nada, em sua origem, o

carnaval condiz com a postura de alguém que se diz cristão.

Podemos dizer, sem exagero, que em sua origem o carnaval é

maldito.

Quanto aos Meios

Desde sua origem, os meios para a realização do carnaval são

duvidosos e carnais. A natureza humana após o pecado

tornou-se tendente ao mal, levando o homem a praticar tudo o

que não agrada a Deus. Nas bacanais e nas saturnálias, festasmães do carnaval, dois elementos eram indispensáveis:

bebidas alcoólicas e desregramento moral, expresso em

licenciosidade e orgias sexuais.

Hoje, não é diferente. Além das bebidas, do exibicionismo de

sensualidade ilícita, o carnaval incorporou o uso de drogas,

consumidas em excesso na época da chamada “maior festa

popular do Brasil”.

O desregramento sexual é tão grande, que o governo do País,

receoso do aumento dos casos de Aids, utiliza milhões de reais

para financiar a distribuição de preservativos. O carnaval tem

sido, no Brasil, a época em que os acidentes automobilísticos

ocorrem em número excessivo. O número de pessoas

assassinadas ou violentadas é incrementado. Jovens e

adolescentes são expostos a situações de violência de modo

exacerbado. Muitos casos de violência e mortes, entre os que

festejam essa festa maldita, não são noticiados pela imprensa.

Casos de estupro e agressões são encobertos “para não

prejudicar a festa do povo”.

Dessa forma, os meios motivadores do carnaval são ilícitos e

desonestos. Atendem aos instintos mais baixos da natureza

humana.

Natureza do Carnaval

Para o fiel, que serve a Deus, tudo em sua vida deve glorificar

a Deus. Diz Paulo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais

outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de

Deus” (1Coríntios 10.31). Não podemos vislumbrar no

carnaval qualquer coisa que seja para a glória de Deus. O

carnaval é de natureza carnal, mundana e diabólica.

É absurdo, para não dizer trágico, que existam crentes de

algumas igrejas que formam “blocos de crentes” para

“brincar” o carnaval. E procuram usar argumentos racionais

para justificar sua participação na festa de Momo. Alguns

dizem que estão lá “na avenida” ou no sambódromo para

divulgar a mensagem do Evangelho através do carnaval. E

dizem que algumas pessoas aceitam Cristo, quando veem o

“bloco de crentes” passar.

Trata-se de argumento enganoso. Uma armadilha para

pessoas incautas. Na realidade, quando crentes brincam o

carnaval, estão avalizando a realização da festa da carne. A

mensagem que passam, na verdade, é: “Podem brincar o

carnaval. É salutar e desejável. Somos crentes em Jesus e aqui

estamos, irmanados com vocês. O carnaval é lícito”. Não

podemos ver de outra forma tal atitude, à luz da Palavra de

Deus.

Diz ainda Paulo: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à

liberdade. Não useis então da liberdade par dar ocasião à

carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Os que são de

Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e

concupiscências” (Gálatas 5.13,24). Imaginamos que os

argumentos de alguns “crentes carnavalescos” podem ser até

bem intencionados, mas são todos equivocados, quando

confrontados com nossa regra de fé e prática, que é a Bíblia

Sagrada.

Resultados do carnaval

Segundo notícias na imprensa, centenas de mortes ocorrerem

durante a festa carnavalesca. Não se sabe o número de jovens

e adolescentes que se envolvem em brigas e agressões. Não é

divulgado o número de adolescentes estupradas.

Como o cristão não adota a máxima de Maquiavel, de que “os

fins justificam os meios”, o carnaval, em todos os seus aspectos,

deve ser condenado, como festa que causa mais males do que

bem, mais tristeza do que alegria, mais pecado do que bons

resultados econômicos e sociais.

Os resultados do carnaval revelam as consequências de sua

natureza profana e diabólica. Os crentes em Jesus jamais

devem participar desse tipo de festa, em que o centro é a

carne.


Capítulo 1

A maldição do carnaval

Por que o carnaval é maldito?

Não se trata de uma festa popular, que arrebata

multidões, proporcionando alegria a tanta gente em

nosso país?

Para que se tenha uma ideia do significado de uma

festa, evento ou comemoração devemos ter em

mente quatro aspectos: a origem, os meios, a

natureza e os fins ou resultados. Meditemos

nesses quatro aspectos, aplicando-os ao carnaval.

 

 

I. A ORIGEM DO CARNAVAL

Segundo o Dicionário Aurélio, carnaval era, no

mundo cristão medieval, período de festas profanas

que se iniciava, geralmente, no dia de Reis (Epifania)

e se estendia até a quarta-feira de cinzas, dia em

que começavam os jejuns quaresmais.

Aparentemente, a origem do carnaval não passava

de uma "combinação de desfiles e enfeites" e de

festas folclóricas. Mas, na realidade é uma festa que

teve origem e se desenvolveu em festas dos

 

chamados "Ritos de Fertilidade da Primavera Pagã",

oriundos da Festa a Osíris, no Egito.

Em Roma, o carnaval teve origem nas Festas das

Bacanais, em homenagem a Baco, "deus do vinho",

e na Saturnália em homenagem a Saturno, que era

um deus romano. Era considerado um dos Titãs,

filho do Céu e da Terra. Diz à mitologia que Saturno

recebeu uma foice de sua mãe e matou seu pai para

tomar seu lugar entre os deuses. Foi expulso por seu

filho Júpiter (Zeus) e fugiu para o Lácio, onde fez

reinar paz e abundância.

Naquelas comemorações, era comum a prática de

orgias e libertinagem sexual. Nobres e plebeus se

uniam, sem constrangimento, dando lugar a

fantasias eróticas e sexuais de toda a espécie.

Bebedice e glutonaria predominavam entre os

foliões.

Em termos resumidos, essa é a origem do carnaval.

Certamente, o carnaval nasceu em meio a um

ambiente de mitologia, adoração a deuses falsos, e à

entrega a um comportamento libertino e lascivo. Em

nada, em sua origem, o carnaval condiz com a

postura de alguém que se diz cristão. Podemos

dizer, sem exagero, que em sua origem o carnaval é

maldito.

 

 

 

 

II. QUANTO AOS MEIOS

Desde sua origem, os meios para a realização do

carnaval são duvidosos e carnais. A natureza

humana, após o pecado, tornou-se tendente ao mal,

levando o homem a praticar tudo o que não agrada

a Deus.

Nas bacanais e nas saturnálias, festas-mães do

carnaval, dois elementos eram indispensáveis:

bebidas alcoólicas e desregramento moral, expresso

em licenciosidade e orgias sexuais.

Hoje, não é diferente. Além das bebidas, do

exibicionismo de sensualidade ilícita, o carnaval

incorporou o uso de drogas, consumidas em

excesso.

 

III. NATUREZA DO CARNAVAL

Para o fiel, que serve a Deus, tudo em sua vida deve

glorificar a Deus. Diz Paulo: “Fazei tudo para a glória

de Deus", 1Co 10.31.

Não podemos vislumbrar no carnaval qualquer coisa

que seja para a glória de Deus. O carnaval é de

natureza carnal, mundana e diabólica.

 

1. Blocos de crentes no carnaval

É absurdo, para não dizer trágico, que existam

crentes de algumas igrejas que formam "blocos de

crentes" para "brincar" o carnaval.

E procuram usar argumentos racionais para justificar

sua participação na festa de Momo.

Alguns dizem que estão lá "na avenida" ou no

sambódromo para divulgar a mensagem do

Evangelho através do carnaval. E dizem que algumas

pessoas aceitam Cristo, quando veem o "bloco de

crentes" passarem.

Trata-se de argumento enganoso. Uma armadilha

para pessoas incautas. Na realidade, quando crentes

brincam o carnaval, estão avalizando a realização da

festa da carne.

A mensagem que passam, na verdade, é:

“Podem brincar o carnaval. É salutar e desejável.

Somos crentes em Jesus e aqui estamos irmanados

com vocês. O carnaval é lícito".

Não podemos ver de outra forma tal atitude, à luz da

Palavra de Deus.

Diz ainda Paulo: "Porque vós, irmãos, fostes

chamados à liberdade. Não useis então da liberdade

par dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos

outros pelo amor. Os que são de Cristo crucificaram

a carne com as suas paixões e concupiscências", Gl

5.13,24.

Imaginamos que os argumentos de alguns "crentes

carnavalescos" podem ser até bem intencionados,

mas são todos equivocados, quando confrontados

com nossa regra de fé e prática, que é a Bíblia

Sagrada.

IV. RESULTADOS DO CARNAVAL

Segundo notícias na imprensa, houve, no Brasil, o

registro de 2.233 acidentes nas rodovias brasileiras

no período do carnaval de 2006, com 1.399 feridos.

Centenas de mortes ocorreram durante a festa

carnavalesca. Não se sabe o número de jovens e

adolescentes que se envolveram em brigas e

agressões. Não é divulgado o número de

adolescentes estupradas.

Conclusão

Como o cristão não adota a máxima de Maquiavel,

de que "os fins justificam os meios", o carnaval, em

todos os seus aspectos, deve ser condenado, como

festa que causa mais males do que bem, mais

tristeza do que alegria, mais pecado do que bons

resultados económicos e sociais.

Os resultados do carnaval revelam as consequências

de sua natureza profana e diabólica. Os crentes em

Jesus jamais devem participar desse tipo de festa,

em que o centro é a carne.



 

Capítulo 2

Os males do carnaval

São milhões de pessoas nas ruas, fantasias, bebidas,

imoralidade, violência, doenças e muita desgraça.

 

I. DEFINIÇÕES DE CARNAVAL

É o carnaval, a festa mais popular do Brasil. Carnaval

vem de "carnis valles", sendo que "carnis" significa

"carne" e "valles", "prazeres". Então, carnaval quer

dizer "prazeres da carne". É exatamente isso: a

carne domina essa festa diabólica.

 

1. O surgimento do termo carnaval

O termo surgiu provavelmente quando o papa

Gregório Magno deu ao último domingo antes da

Quaresma, ou seja, ao domingo da Quinquagésima,

o título de "domínica ad carnes levandas".

A expressão teria sido traduzida para "carnaval".

2. O começo do carnaval no Brasil

No Brasil, o carnaval começou no século 17 através

do governador geral Salvador Correia de Sá.

Aproveitando das características de cada região,

“essa folia sempre traz seus males para cada cidade

do país, em alguns lugares muito mais que em

outros”.

 

 

 

 

II. O CARNAVAL E SEUS MALES

O carnaval é uma desgraça para todos. Quando a

igreja faz um evento, como marchas, passeatas

contra as drogas e outras atividades, nenhuma

autoridade se move para investir, mas, no carnaval,

milhões de reais são gastos sem trazer nada

positivo, só desgraças e males diversos.

 

1. O rei momo

Além de ter um histórico relacionado com deuses

pagãos do Egito e Roma, podemos observar que o

rei momo se origina no deus da bebida, ou seja, no

demónio que destrói os lares com bebedeira que

provoca acidentes e desgraças.

O carnaval também é uma festa da igreja católica

relacionada com a quaresma. Seria relacionado com

o jejum da Igreja Católica.

 

2. A festa da opressão demoníaca

Diante dessa relação espiritual, podemos concluir

que é uma festa da opressão demoníaca,

principalmente porque teve origem nos deuses

pagãos, sendo sequenciado pela idolatria da Igreja

 

Romana. Perceba as sutilezas dessa festa e saiba

que estamos diante de uma batalha espiritual.

3. A relação do carnaval com entidades

demoníacas

Vale lembrar que, antes de cantar e tocar em um trio

elétrico, em Salvador, muitos músicos fazem pactos

e despachos com entidades demoníacas. Há toda

uma ação espiritual do mal em torno dessa festa.

O terapeuta Henrique Vieira Filha afirma, em um

artigo publicado na internet, o seguinte: "Das várias

divindades pagãs' relacionadas aos rituais da

primavera, a que melhor se adequa ao atual espírito

carnavalesco é Baco (Dioníso), deus do paroxismo,

ou seja, ele conduz a conhecer nosso lado oculto,

simplesmente vivenciando-o".

E é exatamente isso que muitos fazem nesse

período, saciando desejos ocultos e reprimidos,

envolvendo libertinagem, violência e valias formas

contrárias aos valores estabelecidos por Deus em

Sua Palavra.

Trata-se de uma catarse coletiva, uma "válvula de

escape", sob relativa tolerância da sociedade, visto

que são manifestações limitadas no tempo e espaço.

 

4. Máscaras e fantasias

 

Alguns historiadores associam o uso de máscaras e

fantasias como forma de ocultarem as verdadeiras

identidades, evitando represálias após findo o

período de inversão de valores, onde escravos se

faziam de senhores e a oposição criticava a situação.

Ao invés de ocultar, as máscaras servem justamente

para despertar, em quem as usam as características

ocultas e que são tradicionalmente atribuídas ao ser

personificado.

Ritualisticamente, nas mais variadas culturas, as

máscaras estão associadas a preparações

geralmente relacionadas com religiões pagãs e cultos

aos demónios, objetivando que os atributos

evocados não venham a sobrepujar o "eu" do

usuário. Ou seja, o usuário da máscara não aparece,

permitindo ao mesmo cultuar ao “deus” que ele

quiser e ter os comportamentos que atendem a seus

desejos sem, contudo, ser identificado. Fica livre das

críticas e julgamentos.

5. O carnaval e as drogas

Há o aumento do tráfico de drogas (vindas de várias

partes do mundo) para o Brasil na época do

carnaval.

 

Durante essa festa mundana, acontece também a

maior "bebedeira" do ano. Drogas são como água

nas ruas das cidades, inclusive com a iniciação de

muitos adolescentes no mundo dos drogados.

Muitas crianças e adolescente tornam a sua primeira

dose ou seu primeiro gole. Os males se estendem

pelo resto da vida. Foge do controle da polícia. Foge

do controle da família. Foge do controle de todos. É

uma loucura total.

6. Depois do carnaval

Depois do carnaval, você encontra manchetes de

jornais como estas: Terror. Quarta-feira negra.

Chega a 189 o número de cadáveres nas rodovias no

carnaval. Polícia Rodoviária registrou 3.563

acidentes. Número de mortos supera 2010 e 2009";

"O número total de ocorrências na folia de Salvador

(BA) cresceu 2,7% em 2011, segundo balanço da

Secretaria de Segurança Pública”.

O número foi puxado pelo aumento de registros de

lesões corporais causadas por brigas, que teve

aumento de 22%, entre o Carnaval de 2010 e 2011.

De acordo com o balanço da Secretaria, foram 1.226

registros em 2011, contra 1.193 em 2010.

 

Brigas, assassinatos, roubos, assaltos e muito mais é

o que acontece de forma destruidora durante o

carnaval.

Segundo o repórter Jorge António Barros, em artigo

publicado no site do jornal O Globo, do Rio de

Janeiro, “das 12 escolas de samba do Grupo Especial

do Rio, seis são de bicheiros, uma do tráfico de

drogas e outra da máfia do óleo, um grupo

criminoso que há anos rouba combustível de

embarcações ancoradas na Baía de Guanabara”.

Muitas doenças como gripe, herpes, hepatite,

conjuntivite e muitas outras se espalham muito mais

durante o carnaval.

A ocorrência dessas doenças é fruto da combinação

entre as costumeiras aglomerações, os muitos beijos

e a falta de descanso e de alimentação corretos

durante a festa, que provoca a diminuição da

imunidade do organismo. A maioria desses males é

transmitida pelo contato entre as pessoas.

 

Capítulo 3

Carnaval, herança do

paganismo

O carnaval é a maior festa popular comemorada na

atualidade, cuja origem encontra-se no paganismo

dos povos antigos, entre eles os egípcios, babilónios

e assírios, que se entregavam aos prazeres carnais

em determinada época do ano.

Ele se propagou por todo o mundo e, no Brasil,

tornou-se o mais pujante e o mais "quente" dos

carnavais realizados no mundo, devido às nossas

raízes africanas e indígenas.

A sua comemoração abre nossas fronteiras a

milhares de turistas de diversas nações, atraídos

pelo "clima" e pelas fascinantes escolas de samba e

suas mulatas.

Nestes quatro dias de folguedo, os carnavalescos

entregam-se totalmente à devassidão. Esquecem-se

de si mesmos, dos parentes, dos amigos e,

principalmente, de Deus, digno de toda honra e

glória.

Então, os poderes sobrenaturais das trevas

assumem o completo controle da situação e muitos

deles, dominados por estas entidades satânicas,

cometem toda espécie de torpeza, que, por certo,

teriam vergonha de pensar em praticá-las se

estivessem conscientes de seus atos.

1. Evangelização

Melhor seria que o carnaval, de acordo comum de

seus significados, a carne nada vale, fosse uma festa

religiosa em que as pessoas se entregassem ao

jejum, à oração e à meditação, como fazem os

muçulmanos no Ramadam.

Acredito que, no passado remoto, o procedimento

fosse assim, pois, tradicionalmente, esta festividade

termina na quarta-feira, quando muitos dos

carnavalescos vão à missa expurgar seus pecados

através do recebimento da cinza na testa por

intermédio de um religioso católico, que se expressa

"Lembra-te carne que tu és pó e que em pó hás de

tornar".

No entanto, não acredito que haja arrependimento

por parte dos que se entregam à dissolução e

depravação durante quatro dias para, na quartafeira, procurar a religião em busca de uma

"purificação". Simplesmente, procedem assim por

mera tradição. Com certeza, saem dali como

entraram, totalmente perdidos e dispostos a fazer

tudo de novo no próximo ano... Até pior.

Nós, evangélicos, devemos nos empenhar para que

tais carnavalescos abandonem seus pecados através

de um arrependimento profundo pela conversão a

Cristo.

Vários puxadores de samba, mestres-salas,

passistas, baianas etc, já aceitaram Jesus como

Salvador e hoje dão graças a Deus pela

oportunidade que tiveram de ouvir a mensagem do

Evangelho em plena folia do carnaval.

Hoje, dedicam-se à evangelização de seus excompanheiros que se encontram nas garras de

Satanás, seduzidos por ansiedade e desespero,

quando alguns, inclusive, até se matam.

Deus jamais aceitou tal procedimento do ser

humano. O Todo-poderoso permite que esta festa

mundana aconteça, pois é misericordioso e deseja

que todos se salvem.

Portanto, devemos somar os nossos esforços para

alcançarmos essas pobres almas seduzidas pelo

Diabo, que deseja afastá-las do caminho do céu.

Vale a pena evangelizá-las, pois são carentes do

amor de Deus e sempre nos serão gratas pelo que

fizemos para ajudá-las a fugir das garras de Satanás.

2. Culto ao Diabo

A afronta que este evento provoca a Deus equiparase a do banquete que Belsazar, rei dos-caldeus,

concedeu aos seus nobres. Totalmente embriagado

e inconsciente de seus atos, pediu que trouxessem

os vasos sagrados retirados do Templo em

Jerusalém, a fim de, por meio deles, oferecer um

culto aos seus deuses.

O supremo Criador não tolerou o procedimento

daquele soberano e o castigou com uma morte cruel

naquela mesma noite.

O carnaval é uma festa mundana em que milhões de

pessoas, consciente ou inconscientemente, através

da carne, prestam um culto a Satanás e provocam a

ira de Deus.

Por isso, cabe a nós, evangélicos, fazer algo que os

ajude a sair do caminho do inferno, a fim de que

marchem conosco para a vida eterna com Cristo.

Vale a pena!

 

Capítulo 4

A controvertida história do

carnaval e a sua reprovação

bíblica

I. A CONTROVERTIDA HISTÓRIA

Alguns historiadores associam o começo das festas

carnavalescas aos cultos feitos pelos antigos para

agradecer pelas boas colheitas agrárias, isso há mais

de três mil anos antes de Cristo.

Já outros dizem que seu início teria acontecido mais

tarde, no Egito, em homenagem à deusa Isis e ao

Touro Apis, com danças, festas e pessoas

mascaradas.

Também atribuem seu início aos gregos, que

festejavam a celebração da volta da primavera e os

cultos ao deus Dionísio entre os anos 605 e 527 a.C.

Outros falam da Roma Antiga com suas orgias

sexuais, saturnais e lupercais em honra aos deuses

Baco, Saturno e Pá.

Uma coisa, porém, é comum a todos: o carnaval tem

sua história ligada a fenómenos astronómicos ou da

natureza. O carnaval se caracteriza por festas,

divertimentos públicos, bailes de máscaras e

manifestações folclóricas.

1) A discussão em torno da definição

Assim como a origem da festa, a palavra "carnaval"

também apresenta diversas versões e não há

unanimidade entre os estudiosos.

Há quem defenda que o termo carnaval deriva de

"carne vale" (Adeus, carne!) ou de "carne levamen"

(supressão da carne).

Essa interpretação da origem etimológica da palavra

remete-nos ao início do período da Quaresma, que

era, em sua origem, não apenas um período de

reflexão espiritual, mas também uma época de

privação de certos alimentos, dentre eles a carne.

Outra interpretação, essa mais comum, é que seu

significado é "festa — ou festival — da carne".

2) O carnaval no Brasil imperial

No Brasil imperial, o carnaval era chamado de

"entrudo" por influência dos portugueses que

trouxeram, em 1723, brincadeiras e festejos

carnavalescos.

Muitos atribuem o início do carnaval no Brasil à festa

feita pelo povo para comemorar a chegada da

Família Real. As pessoas saíram comemorando pelas

ruas com música, usando máscaras e fantasias.

Portanto, essa festa não possui nenhum sentido

sacro em sua origem, muito ao contrário.

II. A REPROVAÇÃO BÍBLICA AO

CARNAVAL

Inúmeras passagens bíblicas poderiam ser citadas

para condenar as práticas carnavalescas.

Porém, há um texto que penso ser a mais fiel

representação do que acontece nessas festas em

nosso Brasil.

O apóstolo Paulo diz em Gaiatas 5.19-21: "As coisas

que a natureza humana produz são bem conhecidas.

Elas são: a imoralidade sexual, a impureza, as ações

indecentes, a adoração de ídolos, as feitiçarias, as

inimizades, as brigas, as ciumeiras, os acessos de

raiva, a ambição egoísta, a desunião, as divisões, as

invejas, as bebedeiras, as farras e ' outras coisas

parecidas com essas. Repito o que já disse: os que

fazem essas coisas não receberão o, Reino de Deus"

(NTLH).

Pessoalmente, desconheço uma descrição bíblica

mais fiel ao que acontece nos dias de festas

carnavalescas.

Há alguns anos, uma das bandas da Bahia lançou

uma musica que incentivava a traição entre os

casais. A letra rala de ter uma espécie de "passe

livre" por uma noite para fazer o que quiser.

Propositalmente, utilizei a versão da Nova Tradução

na Linguagem de Hoje para que fique claro que as

palavras de Paulo não são referentes a um passado

distante. Afinal, pecado é pecado em qualquer

época.

1) Alerta aos cristãos

É inadmissível um cristão participar de tais práticas.

Os que fazem isso não recebem o Reino de Deus em

seus corações e nem alcançarão o Reino na sua

plenitude. As obras da carne nos afastam de Deus.

Somos advertidos a cuidar de nossos olhos, pois,

para onde olharmos, a mídia, seja impressa,

televisiva ou online, está repleta de imagens

indecorosas. Um verdadeiro atentado à moralidade.

E um período de inversão total de valores. Homens

se vestem de mulher e mulheres se vestem de

homem.

2) As notícias ao final da festa da carne

Além disso, basta apenas ver as notícias ao final da

festa da carne para constatar que ocorreu o maior

número de acidentes automobilísticos com vitimas

fatais; maior número de contaminação por vírus HIV

em decorrência da promiscuidade e uso

compartilhado de seringas para consumo de drogas

injetáveis, assim como as demais doenças

sexualmente transmitidas; aumento considerável do

número de crimes, como homicídios, furtos, roubos,

estupros, abusos de rodas as espécies, pedofilia;

famílias destruídas devido às brigas decorrentes de

adultério e traição; embriaguez com uso exagerado

de álcool; vandalismo e atos de desordem deixando

a cidade suja, exalando odor de urina; aumento de

casos de gravidez não planejada; suicídios;

overdose; aumento do número de atendimentos em

postos de saúde e emergências dos hospitais.

Para muitas cidades, o carnaval é sinónimo de

aumento de arrecadação, um momento de ganhar

dinheiro.

Mas, a pergunta, para ficar na questão ética, é se é

justo produzir riquezas às custas de tantas

desgraças?

Podem dizer "Vivemos em um país livre, as pessoas

são livres para optarem ficar em casa descansando,

sair de férias ou, ir pular carnaval'". Os que fazem a

opção por se afastarem das obras da carne, que

querem preservar a família, as amizades, os bons

relacionamentos, são tidos como antissociais.

Contudo, ficamos com as palavras de Pedro: "Mais

importa obedecer a Deus do que aos homens" (At 5-

29).

Obedecendo a Deus, habitaremos eternamente com

o Senhor, "e ali nunca mais haverá maldição contra

alguém; e nela estará o trono de Deus e do

Cordeiro, e os seus servos o servirão" (Ap 22.3).

💡 Uma Reflexão Final

O Carnaval pode parecer apenas uma tradição cultural, mas suas raízes e práticas revelam algo mais profundo. Não se trata de condenar pessoas, mas de discernir ambientes.

A verdadeira alegria não está na euforia momentânea, mas na paz que vem de Deus.

Enquanto muitos se atraem pelas máscaras, o cristão é chamado a viver sem elas — com identidade firmada em Cristo.

Se Cristo estivesse visivelmente ao meu lado, eu faria as mesmas escolhas?

O Evangelho não nos chama para uma vida sem alegria. Ele nos chama para uma alegria que não termina quando a festa acaba.

E agora eu quero ouvir você:

👉 O que você pensa sobre o Carnaval à luz da Bíblia?
👉 Você acredita que é possível participar sem comprometer a fé?
👉 Como essa reflexão falou ao seu coração?


Porque quando a música para…
a eternidade continua.

Deixe seu comentário abaixo. Compartilhe este artigo com alguém que precisa refletir sobre isso. Vamos conversar — com respeito, com amor e com base na Palavra.


fontes:http://macfly.multiply.com/journal/item/41

 (18 of 19)26/2/2006 14:17:35

A VERDADE ESTÁ SOMENTE NA BIBLIA - CARNAVAL – CARNE PARA BAAL


a maldiçao do carnaval

 Autor: Pr. Elinaldo Renovato da Assembleia de Deus.

carnaval uma herança do paganismo 

 Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2006 * Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2007 * Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2012 *Jornal Mensageiro da Paz, março de 2011

Postar um comentário

0 Comentários