Carnaval "festa da carne"
Quadro
cronológico sobre o carnaval:
4.000 a.C. Festas agrárias realizadas no
antigo Egito em devoção a Osíris
2.000 a.C.
Surgimento do Deus Campestre Dioniso, na Trácia.
605 a 527
a.C. Oficialização do culto a Dioniso na Grécia, durante o reinado de
Pisistrato em Atenas, com bacanais e vinho.
século V
a.C. Referências de cultos semelhantes ao de Dioniso entre os Hebreus, a Festa
das Sáceas; entre os Babilónios, a festa da Deusa Herta
443 a 429
a.C.
Reinado de
Péricles. A cidade de Atenas se projeta como um grande centro de arte. Início
da repressão ao
culto a
Dioniso na Grécia. Referências de cultos semelhantes ao de Dioniso no Egito, a
festa da Deusa Ísis
e do Touro
Apís; entre os Hebreus, a Festa das Sáceas; entre os Babilônios, a festa da
Deusa Herta.
186 a.C. O
Senado Romano reprime os bacanais, festas em homenagem a Baco, o Dionísio dos
Romanos, pois
geram
desordens e escândalos.
325 d.C.
O Concílio
de Niceia institui forma de cálculo da data da Páscoa, determinando que a
Quaresma se inicia 40
dias antes.
A marcação das datas do carnaval obedecem as regras que determinam a Páscoa dos
católicos,
por isso,
são também móveis variando de 05 de fevereiro ao 03 de março (a Páscoa dos
católicos não pode
ter data
fixa, para não coincidir com a Páscoa dos judeus que é fixa, a 15 de Nissam).
A Igreja
Católica, ao constatar a ineficiência das proibições dos festejos, ditos
pagãos, arraigados no
inconsciente
coletivo dos povos, tratou de adaptar ao calendário Eclesiástico as festas
consideradas
profanas,
mas não totalmente desligadas da religião. Esse foi um dos assuntos
exaustivamente debatidos
no I
Concílio de Nicéia, em 325 d.C.. Foram então, permitidas comemorações libertas
de orgias e
permissividades,
na hipotética data do nascimento de Cristo, dia 25 de dezembro, época
aproximada das
festa
greco-romanas. Permitiam-se celebrações que passando pela entrada do Ano Novo
terminava na
Epifania,
dia 06 de Janeiro (Dia de Reis). A intenção da igreja era “cristianizar” as
festas pagãs realizadas
em dezembro
(solistício do inverno, entre elas, a festa mitraica que celebrava o Natalis
Invictis Solis da
religião
Persa, que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos da Era Cristã,
bem como as
Saturnálias
de Roma e os cultos solares entre os Celtas e os Germânicos).
590 O Papa
Gregório I, cria a expressão “dominica ad carne levandas”, sucessivamente
abreviada até a palavra Carnaval.
Idade Média
Os franceses
comemoravam o Carnaval com sexo e vinho. Em Itália fazem-se cortejos e as
pessoas divertem-se com batalhas de água, ovos, etc. A Europa divide-se em
países que encaram o Carnaval como celebração religiosa e países em que o
Carnaval é a festa da gula, do vinho, da música e do sexo
1420 Ocorreu
o primeiro carnaval veneziano para comemorar a vitória de Veneza sobre
Aquiléia: a realização deum desfile satirizando os derrotados.
1464
O Papa Paulo
II incentiva o Carnaval de Veneza na sua vertente religiosa, mas o Carnaval
continua a ser
visto como
um período de permissividade associado ao uso das máscaras transformadoras,
alegorias e
fantasias.
1500
Em 1500, a
maioria dos párocos eram homens com nível social e cultural semelhantes aos de
seus
paroquianos.
Os reformadores não estavam satisfeitos com a situação e exigiram um Clero
culto. Em áreas
protestantes
os Cléricos tendiam a ser indivíduos com grau universitário e nas áreas
católicas, depois do
Concílio de
Trento, os padres começaram a ser formados nos Seminários.
1545
No Concílio
de Trento, o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua
importante, não
devendo ser
hostilizado pelo Clero. Hélio Damante em “Secularização do Carnaval”, cultura
nº 172, 1980,
página 6 e
7, a respeito do assunto diz: “ainda após Trento a igreja considerava o
carnaval pecaminoso
somente em
círculos restritos, como a Corte francesa de antes da revolução, onde os bailes
de máscaras
se
transformavam em bacanais, exatamente como na antiga Roma decadente. Não entre
o comum do povo
entregue a
ingênuos folguedos, bailados, banhos de cheiros, revelando o vigoroso e sadio
espirito de festa,
aculminar
nos cortejos (desfiles) expressando não só o pitoresco, mas freqüentemente a
crítica aos costumes e aos poderosos”.
1549 Ocorreu
a primeira procissão brasileira de Corpus Christi quando o primeiro
governador-geral, Tomé de Souza, fundou a cidade de Salvador (BA).
1582 O Papa
Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as
datas do Carnaval.
1711 Início
das festas de coroação dos Rei e Rainha do Congo.
1723
Portugueses introduzem celebrações do Entrudo no Brasil proveniente das ilhas
portuguesas da Madeira, Açores e Cabo Verde.
1785 É
realizado em Lisboa o primeiro baile de máscaras à moda francesa, para festejar
o casamento do filho do rei, mais tarde D. João VI e Carlota Joaquina.
1800
Data deste
ano o início da procissão dos ossos, um dos mais antigos cortejos religiosos. A
procissão dos
ossos deixou
de se realizar após 1850, quando o Imperador daí em diante passou a indultar os
condes condenados à última pena.
1832
Na Alemanha, às margens do Reno, foi coroado o
primeiro rei da folia.
1840
Os primeiros
bailes de Carnaval surgiram por volta de 1840 e eram animados por canções
portuguesas,
sobretudo as
quadrilhas e as chamadas chanças lusitanas. Seguiram-se a polca e os ritmos do
carnaval italiano.
No Brasil,
surgiram os bailes de carnaval, no Hotel Itália, no Rio, ao som de valsas,
quadrilhas e habaneras, inspirados nos grandes bailes de máscaras realizados na
Europa.
1848
No Brasil, o sapateiro português José Nogueira de Azevedo Prates, o Zé Pereira,
saiu por aí tocando bumbo. Deu origem aos primeiros blocos de rua.
1850
No Brasil, o Carnaval foi para as ruas.
1855 No Brasil, surgiram os primeiros
grandes clubes carnavalescos.
1857
Em Nova
Orleans aconteceu o primeiro carnaval norte-americano, o Mardi Grass. O Mardi
Grass que
significa
terça gorda, se iniciou quando negociantes fundaram o clube “The Mystick Krewe
of Comus” e
fizeram um
desfile com monumentais carros alegóricos, tendo à frente negros com archotes
(na terça-feira
de
carnaval).
Durante o
Mardi Grass, mais de 50 agremiações desfilam pelas ruas da cidade, os bares
ficam o tempo
todo
abertos, e são tomados por multidões com os mais exóticos trajes, que bebem e
saem as ruas fazendo
a maior
algazarra nas passagens das agremiações. O ponto de encontro do carnaval negro
é a Av. Clair
Borne, onde
se espalham as mais exóticas tribos, com elaboradas e esquisitas fantasia. O
monarca da festa
é o Rei
ZULÚ. Há uma mistura de ritmos de origem negra.
1866 No
Brasil, os cordões começaram com as sociedades carnavalescas.
1870 No
Brasil, foi criado o Maxixe, um tipo de música tipicamente brasileira e
específica para o Carnaval.
1873
Ocorrem os
primeiros desfiles alegóricos de Viareggio, na Região Toscana,
transformando-se, com o correr
do tempo, no
maior centro carnavalesco da Itália, atraindo uma multidão de turistas para ver
os desfiles de
bonecos
gigantescos.
1882
Surge em
Nice, O corso que é formado por um grande cortejo, onde se destacam o Rei Momo
e seu grupo
de cortesões
acompanhando de um séquito de 5 mil crianças, 20 carros alegóricos e 800
máscaras
gigantescas
representando personagens conhecidos da cidade. No último dia de carnaval
acontece o
cortejo de
incinerações. As máscaras e bonecos são queimados na praia e há um espetáculo
de fogos de
artifício,
marcando o fim das festividades. Na avenida Atlântica de Nice, na Promenade de
Anglais, são
organizadas
as famosas batalhas das flores, compostas pelo cortejo de inúmeros carros
alegóricos, cheios
de bonitas
garotas, entre elas a rainha do carnaval, que passam jogando milhares de buquês
de flores para
o público.
Cerca de 10 toneladas de flores são distribuídas pela prefeitura. O carnaval de
Nice tem um
calendário
dilatado, de 15 de fevereiro a 4 de março.
1884 A Sra.
da Conceição Aparecida passou a usar, oficialmente, a coroa ofertada em 1884
pela Princesa Isabel,
bem como o
manto azul-marinho.
1885
Nasce o
primeiro afoxé. Era o Embaixada Africana, que desfilou com roupas e adornos
importados na
África. Os
afoxés são sociedades carnavalescas fundadas por negros, na Bahia, inspiradas
nas tradições
africanas.
Os grupos de
afoxé são manifestações artísticas de grande valor na cultura baiana, ligadas
diretamente aos
cultos
afro-brasileiros, especialmente aos antigos atos de devoção às divindades do
candomblé.
Apesar das
mudanças socioculturais, os grupos de afoxé mantêm vários traços
característicos da cultura
africana:
entoam cantos em dialetos africanos, usam instrumentos de percussão como
atabaques e agogôs,
além das
cores e símbolos ligados às tradições dos cultos africanos. Um dos afoxés mais
conhecidos,
citado pelos
compositores baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil em algumas de suas canções,
é o Filhos
de Gandhi.
1889
Os primeiros
blocos foram licenciados pela polícia no Rio. Os integrantes fantasiados
percorriam as ruas ao
som de
instrumentos de percussão.
Surge a
Sociedade Carnavalesca Triunfo das Concubinas, o primeiro cordão organizado da
Cidade.
A
compositora Chiquinha Gonzaga compõe O ABRE-ALAS, considerada primeira música
de Carnaval.
1895 Na
Bahia nascia o primeiro afoxé: estava inventada a batucada.
1904
Oficializado o nome Tenentes do Diabo para os Zuavos.
1906 O lança-perfume,
com perfume e cloreto de etila, começou a ser trazido da França.
1907 Surgiu
o Corso, um desfile de automóveis que se constituiu em uma das principais
atrações do carnaval
carioca
durante as primeiras décadas do século XX.
1908
Os filmes
eram mudos. A sonorização era feita na hora por cantores e músicos atrás das
telas. Os filmes
eram
exibidos imediatamente após o carnaval, na quarta feira de cinzas.
Cinemas
Documentais: O corso em Botafogo, o Corpo de Carruagens, o Corso de 19 de
Fevereiro, o
Préstito do
Clube Democráticos, os Capadócios da Cidade Nova - filmes mudos.
1909 Filmes
mudos: ficção Carnavalesca de Antônio Serra e Pega na Chaleira.
1910 Filme
mudo: O Rio Por um Óculos.
1911 Filme
mudo: O Cordão.
1919 Filmes
mudos: Pierrôs e colombinas e Amor e Boêmia.
Com o fim da
guerra, os filmes americanos entram no mercado nacional.
1925
Realiza-se o primeiro concurso de sambas e marchinhas no Teatro São Pedro.
1928
Foi fundada
a primeira Escola de Samba no Brasil, no bairro do Estácio, pelo sambista
Ismael Silva, era a Deixa Falar.
As escolas
de samba estrearam no Rio de Janeiro e, com o tempo, adquiriram estrutura e
orientação
empresariais,
reunindo até 15.000 integrantes. Hoje, elas comercializam apresentações,
direitos autorais e
de imagem, sob
o patrocínio do Estado e de banqueiros do jogo do bicho.
1929 A Sra.
da Conceição Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil e sua padroeira oficial,
por determinação do
Papa Pio XI.
1932
Ocorreu o
primeiro desfile, ainda extra-oficial, da Deixa Falar.
O termo
“escola de samba” surgiu no século XIX, mas foi definitivamente adotado nos
anos 30, desde que o
bloco Deixa
Falar (a primeira de todas) passou a fazer ensaios à porta da antiga Escola
Normal.
Da procissão
brasileira de Corpus Christi surgiu a ala das baianas escravas enfeitadas,
obrigatória nas
escolas de
samba.
1933
O Rei Momo
foi instituído pelo jornal carioca “A Noite” como símbolo do Carnaval. O
primeiro Rei Momo foi
o compositor
Silvio Caldas.
Primeiro
filme nacional falado - O Carnaval de 1933.
Outro filme
- A voz do Carnaval, produção da Cinédia, direção de Ademar Gonzaga e Humberto
Mauro,
argumento
Joraci Camargo.
Carmem
Miranda aparece pela primeira vez na tela.
1935
Os desfiles
das escolas de samba foram legalizados pela Prefeitura do Distrito Federal.
Ocorreu o
primeiro desfile oficial da Deixa Falar na Praça Onze de Junho, ponto
tradicional de concentração
de blocos e
cordões.
Alô, Alô
Brasil, primeiro filme pré-carnavalesco - Cinédia.
1937 Houve o
primeiro desfile, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro igualitária dos
carnavais.
1946 Filme:
Caídos do Céu - Cinédia.
1949 Primeira transmissão do
Carnaval pela Rádio Continental com Paulo Palut, Afonso Soares, Cid Ribeiro e Jorge
Sampaio.
1950
O primeiro
trio elétrico saiu às ruas. Era um calhambeque Ford T1929, equipado por dois
alto-falantes. O
dono do
carro, Osmar Macedo, e seu amigo, Adolfo do Nascimento, tocavam frevos de
Pernambuco com
guitarra,
baixo e bateria.
Circulando pelas
ruas, juntavam pessoas que seguiam o percurso cantando e dançando. No ano
seguinte, o
velho carro
foi substituído por uma caminhonete e denominado Trio Elétrico Dodô e Osmar,
que passou a
ter como
patrocinador a fábrica de refrigerantes Fratelli Vita. O patrocínio
possibilitou-lhes a compra de um
caminhão. O
equipamento de som aumentou, assim como o número de músicos.
1954
A prefeitura
do Rio de Janeiro convidou astros e estrelas de Hollywood para a festa e com
isso atraiu para o
desfile milhares
de turistas. A partir de então, a TV, interessada na transmissão dos desfiles,
teve um papel
fundamental
na modificação das relações entre a sociedade e o samba.
1960 O
lança-perfume foi proibido porque a substância era aspirada como uma droga.
1963 Foram
construídas as primeiras arquibancadas, cujos lugares foram vendidos ao
público, na Av. Presidente
Vargas.
1965 Como
nas bandas, não existia uniforme ou regulamento, cada um ia como podia ou
queria, assim, em
Ipanema, no
Rio de Janeiro surgiu a primeira banda organizada.
1966 Filme:
Rio 40 graus.
1981 Torna-se obrigatória a presença
de uma ala de crianças nos desfiles das Escolas de Samba.
1984
Construção
do Sambódromo - Passarela do Samba.
A primeira
Escola a desfilar na Passarela do Samba foi a Império do Marangá. Leandro
Miguel da Silva, de
6 anos foi o
primeiro sambista a pisar o asfalto do Sambódromo, em 02/03.
A
Conferência Nacional dos Bispos [Católicos] do Brasil (CNBB) declarou
oficialmente a Basílica de
Aparecida
como Santuário Nacional, o maior Santuário Mariano do mundo.
1994
Inauguração
do Terreirão do Samba na Praça Onze - Rio de Janeiro - RJ, em 20/01.
Achado o
corpo de Mestrinho, assassinado dias atrás. Mestrinho foi parceiro de Didi, em
18/04.
Assinado o tombamento da Passarela do Samba, em 09/06.
O significado da palavra Carnaval em
sua raiz é "festa da carne", ou melhor, carne para Baal (o falso deus
do Antigo Testamento). Carne vem do latim caro, carnis, tradução dos termos
gregos sarkikos e sarkinos. Usualmente este vocábulo alude ao corpo de carne,
mas também usado metaforicamente para indicar os apetites do corpo, ou então,
aquilo que é mundano,
fazendo contradição ao que é
espiritual.
No livro de
Romanos 7:14 indica-se a posse da natureza da carne e isso governado por
considerações e valores humanos e não pelo Espírito de Deus.
O que é
carnal também pode ser uma alusão ao que é inerentemente fraco (II Cor. 10:4),
ao que é temporal (Heb. 7:16), ao que é débil e pecaminoso (II Cor. 1:42).
Também pode ser uma distinta disposição anti-espiritual (Rom. 7:14) ou então
aquela disposição
anti-espiritual
que aliena os homens de Deus (Rom. 8:5-8). O poder do que é carnal pode ser tão
grande que chega a dominar a
mente,
tornando-a inimiga de Deus (Rom. 8:7).
Romanos 7:5
– “Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei,
operavam em nossos membros
para darem
fruto para a morte.”
Romanos
8:5-8,12-14 – “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da
carne; mas os que são
segundo o
Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas
a inclinação do Espírito é vida e
paz.
Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à
lei de Deus, nem em verdade o pode
ser; e os
que estão na carne não podem agradar a Deus. (...) Portanto, irmãos, somos
devedores, não à carne para
vivermos
segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se
pelo Espírito mortificardes as
obras do
corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são
filhos de Deus.”
Romanos
6:11-12 - "Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas
vivos para Deus em Cristo Jesus nosso
Senhor. Não
reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas
concupiscências;"
I
Tessalonicenses 4:5 – “Não na paixão da concupiscência, como os gentios, que
não conhecem a Deus.”
I Pedro 2:11
– “Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das
concupiscências carnais que
combatem
contra a alma;”
I João
2:15-17 - “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o
amor do Pai não está nele.
Porque tudo
o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a
soberba da vida, não é do
Pai, mas do
mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de
Deus permanece para
sempre.”
É
tremendamente impactante a influência na vida e nas atitudes daqueles que desta
"festa da carne" participam. Ainda que de
forma
consciente ou inconsciente, vemos explicitamente a pratica e a vivência das
"obras da carne" conforme o apóstolo Paulo, há
vários
séculos atrás, no poder do Espírito Santo já denunciava estas obras, na carta
endereçada aos Gálatas (Gal. 5:16-26).
Gálatas
5:13,17,19-22,24 – “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis
então da liberdade para dar
ocasião à
carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. (...)Porque a carne cobiça
contra o Espírito, e o Espírito contra
a carne; e
estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis (...) Porque as
obras da carne são manifestas,
as quais
são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria,
inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas,
dissensões,
heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a
estas, acerca das quais vos
declaro,
como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de
Deus. Mas o fruto do Espírito
é: amor,
gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. (...)
E os que são de Cristo
crucificaram
a carne com as suas paixões e concupiscências.”
Gálatas 6:8
– “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que
semeia no Espírito, do Espírito
ceifará a
vida eterna.”
A carne
milita contra o Espírito, as obras da carne são conhecidas: prostituição,
impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades,
porfias
(disputas), ciúmes, iras, discórdias, facções, invejas, bebedices, glutonarias...
é inegável a presença de manifestações
como essas
no "carnaval". Não podemos deixar de destacar o respaldo que tais
atitudes recebem no mundo espiritual, pois é
sabido que
entidades (demônios) são alimentadas durante o ano todo com oferendas: flores,
bebidas, comidas, sangue, ritos,
danças,
etc... pelos "Pais de Santo", "Babalaorixás" ou
Cambonos", ou seja, como se chamem os que tais ritos praticam para que
essas
entidades lhes concedam os pedidos feitos. Mas é somente no Carnaval que não se
alimentam os demônios para que tais
criaturas
fiquem livres do local de oferenda para saírem e se alimentarem dos apetites
carnais insaciáveis dos seres humanos e
toda sorte
de violência induzidas por esses demônios durante este período do ano. Período
este, no qual é comprovado o
aumento
gritante das práticas de adultério, traição, fornicação, gula, cobiça,
embriaguez, luxúria, vaidade, etc e nos índices de
crimes,
acidentes, mortes, overdoses, estupros, violência, gravidezes indesejadas e
precoces, etc ...
Lucas
21:34 - "E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem
de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados
da
vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia."
Romanos
13:13-14 - "Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras,
nem em desonestidades,
nem
em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus
Cristo, e não tenhais cuidado da carne em
suas
concupiscências."
I
Pedro 4:2-4 - “Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo
as concupiscências dos homens, mas
segundo
a vontade de Deus. Porque é bastante que no tempo passado da vida fizéssemos a
vontade dos gentios, andando em
dissoluções,
concupiscências, borrachices, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias;
E acham estranho não correrdes com
eles
no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.”
II
Timóteo 2:22 - "Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a
fé, o amor, e a paz com os que, com um coração
puro,
invocam o Senhor."
Judas
1:7 – “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que,
havendo-se entregue à fornicação como aqueles,
e
ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo
eterno."
Como pudemos
observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses
falsos. Trata-se, por, isso de uma
manifestação
popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pela Bíblia. Seja no
Egito, nas celebrações à deusa Isis e
o touro
Ápis; seja nas celebrações à deusa Herta, dos teutônicos; seja na Grécia ou na
antiga Roma, onde se cultua,
respectivamente,
os deuses Osíris, Baco ou Saturno (rituais dionisíacos gregos e os licenciosos
Bacanais, Saturnais e Lupercais;
as suntuosas
orgias romanas), ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou no Rio de
Janeiro, sempre notaremos a louca,
desinibida e
desenfreada celebração com as características bebedeiras desenfreadas, danças
sensuais, músicas lascivas, nudez,
liberdade
sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.
Então qual
deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um
retiro espiritual, conforme o
costume de
muitas igrejas? Devemos por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a
oportunidade para a evangelização? Ou isso não
vale a pena
porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o
entendimento? Cremos que a resposta cabe a
cada um.
Mas, por outro lado, a personalidade da Igreja de Cristo Jesus nasce de
princípios estreitamente ligados ao seu
propósito:
fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é Santo.
Aquilo que
não é bom, que é errado, pecado, imoral, torpe, etc nos outros momentos da
vida, nos outros dias do ano, não
pode
tornar-se positivo, permitido, legal, válido, certo ... em determinados dias
(porque é carnaval). Deve-se
indubitavelmente
procurar a alegria, as manifestações passíveis de felicidade, mas é importante
questionar-se sobre o
que
realmente é capaz de gerar essa felicidade e se determinadas alegrias não são
aparentes e unicamente geradoras de
sofrimentos
futuros para nós mesmos e/ou para o nosso próximo. Também aqui é válida a
clássica Regra Áurea do
Cristianismo:
"Fazer aos outros somente o que faríamos para nós mesmos". Até
porque, quando o sofrimento recai sobre
o outro por nossa
culpa, ainda que, momentaneamente, nossa consciência se encontre anestesiada,
faz-se sobre nós a
inexorável
reação da Lei Divina. É apenas questão de tempo.
As religiões
que seguem a revelação bíblica - judaísmo e cristianismo - criaram a distinção
entre sagrado e profano, ao
introduzir a
idéia do pecado e o conceito da santidade de Deus. O profano e o sagrado não
têm espaço na religião
destituída
da idéia do pecado. As religiões antigas e as espiritualistas de hoje não têm
para essas categorias um conceito
claro,
exatamente porque não estabelecem a realidade do pecado e da redenção.
Biblicamente
há uma grande expressão para o Carnaval na vontade do povo em crucificar Cristo
Jesus. A partir do
momento em
que Pilatos decidiu lavar as mãos, que pela vontade do povo permitiu trocar a
morte de Barrabás pela morte
de Jesus,
uma grande folia se instalou pelas ruas de Roma. Espiritualmente o Carnaval
significa apoio às forças de
Satanás. O
desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí - Rio de Janeiro, por
exemplo, é do jeitinho como o diabo gosta!!!
Pouco
antes do carnaval é feita uma eleição e é escolhido um homem, que é coroado
rei, para reinar e comandar os dias da festa,
que é
chamado rei Momo. É
a mesma festa que acontecia no passado, com algumas mudanças estratégicas
feitas por Satanás.
Já que nos
dias de hoje não seria aceitável o sacrifício do representante de Momo, Satanás
troca essa vida (o sacrifício do rei Momo) pela vida de todos os que são
brutalmente assassinados no período do carnaval.
Mas após ser
coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno,
deus sol (Ninrode, Tamus),
recebe das
mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela Cidade, Estado ou
País, as chaves "da cidade". Este
ato de entrega
das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na
Bíblia significa poder,
autoridade,
domínio, ligar, desligar e abrir e fechar (Isaias 22:22, Apocalipse 1:18, 3:7,
9:1 e 20:1 e Mateus 16:19). É transferida/
dada toda a
autoridade do lugar a esse ente espiritual, num ato do povo formalizando o
pedido para que ela reine, governe,
mande ...
sobre eles. Estão recusando a coroação e o reinado de Jesus Cristo em troca do
reinado desse demônio.
Ao receber
as chaves espirituais da cidade os demônios que comandam o carnaval, ligam
espiritualmente os foliões ao inferno.
Juízes 9:8 –
“Foram uma vez as árvores a ungir para si um rei, e disseram à oliveira: Reina
tu sobre nós.”
Romanos 6:12
– “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em
suas concupiscências;”
Isaías 28:1
– “AI da coroa de soberba dos bêbados de Efraim, cujo glorioso ornamento é como
a flor que cai, que está sobre a
cabeça do
fértil vale dos vencidos do vinho.”
Há quem
justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do
carnaval, desfilando com carros
alegóricos e
blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a
profanação. Pergunta-se, então:
será que
deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas, casas de massagem, festas
de bebedeiras e orgias, a fim de
conhecer
melhor a ação do diabo e investir contra ela? Ou deveríamos traçar estratégias
melhores de evangelismo?
Desculpem-me,
mas o título "Carnaval de Jesus" - utilizado como propaganda de
retiros e encontros católicos por ocasião dos
feriados
pela folia carnavalesca - é absolutamente inaceitável. O Carnaval é, no
conceito e experiência de domínio público, uma
festa pagã
em que prevalecem os desmandos morais, sexo sujo, drogas, bebedeira, perversões
de toda a espécie.
É, ao menos
uma incoerência, para não dizer uma clamorosa blasfêmia, querer
"canonizar" o termo conhecidamente
devasso,
anexando-lhe o Santíssimo nome de Jesus, Nosso Senhor - Nome a cuja pronúncia
devem dobrar-se os joelhos, no
céu, na
terra e até nos infernos, como ensina São Paulo na Carta aos Filipenses, 2:10.
Ao tratarmos
com práticas pagãs, é preciso agir com a maior prudência, mesmo que o propósito
seja o de evangelizar e,
especialmente,
de trabalhar pela conversão dos pecadores.
Absurdo como
o dessa união de termos - "Carnaval de Jesus" pode dar ensejo a que,
com idéia tão infeliz como essa, se
pense em
criar um retiro com o título "Boca de Fumo de Jesus" para promover a
conversão de viciados em drogas!!!
Por amor de
Jesus, peçam ao Divino Espírito Santo que preserve vocês de
"casamentos" descabidos com esses, tentando reunir
palavras
inteiramente incompatíveis, porque, como ensinam os bons gramáticos - toda
palavra tem forma e conteúdo, significado!
E o
significado é o mais importante em uma palavra, especialmente nas que são
usadas para transmitir o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Durante a
história de Israel (o primeiro povo a quem Deus se revelou, fazendo uma aliança
com os patriarcas da nação), muitas
vezes esse
povo misturava suas crenças com as dos outros povos que não temiam a Deus, e em
vez de escolhas, faziam
misturas.
Ainda hoje isto acontece muito; em vez de escolherem entre Deus e o pecado, as
pessoas tentam misturar os dois e
ficar com um
pouco de cada.
Veja o que a
The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: "O Carnaval
é uma celebração que combina desfiles,
enfeites,
festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos
durante a semana que precede a
Quaresma.
Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium"
(Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no
ano novo,
geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras
na terça-feira da penitência (Shrove
Tuesday)."
(The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga
Cidade).
No carnaval,
depois de vários dias de festa, imoralidade, bebedeira, drogas e tantas outras
coisas nocivas ao ser humano, a
religião
ainda sustenta que tudo deve terminar numa quarta-feira de cinzas e
"arrependimento"! Planeja-se o pecado e seu
posterior
arrependimento antes de tudo acontecer. Isto é uma forma de não ter que
escolher, mas poder misturar as duas
coisas... Só
que o detalhe é que Deus não aceita isto. Nunca aceitou e jamais aceitará! Cada
vez que isto aconteceu com o seu
povo, o
Senhor exigiu uma postura, uma decisão. Quero mostrar isto em dois textos que
refletem esta exigência em duas ocasiões
distintas:
"Agora, pois, temei ao SENHOR e servi-o com integridade e com fidelidade;
deitai fora os deuses aos quais
serviram
vossos pais dalém do Eufrates e no Egito e servi ao SENHOR. Porém, se vos
parece mal servir ao SENHOR,
escolhei,
hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam
dalém do Eufrates ou aos
deuses dos
amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR."
(Josué 24:14-15).
"Então,
Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois
pensamentos? Se o SENHOR é Deus,
segui-o; se
é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu." (I Reis 18:21).
Há um texto
de Malaquias (2:3) que diz: "Eis que (...) espalharei esterco sobre o
vosso rosto, o esterco das vossas festas; e
com ele
sereis tirados". Esse texto pode ser aplicado às festas pagãs que hoje se
vêem no Brasil e outros países, a maioria com
raízes no
catolicismo romano.
"E ouvi
outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejais
participantes dos seus pecados e para que
não incorras
nas suas pragas" - Apocalipse 18:4.
"Por
isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em
coisas impuras; e eu vos receberei" - II
Coríntios
6:17.
Perdão, mas
a crítica é feita com todo o amor, com toda a caridade e para vossa salvação.
Quando o imperador
Constantino I (280-337dC) proclamou-se cristão, designou bispos e pastores para
elevados cargos públicos.
A Igreja
dantes perseguida, agora apoiada pelo imperador, foi levando sua religião aos
povos e nações dominados por Roma.
Mas, nesse
processo de evangelismo imposto sem preocupação doutrinária, absorveu muito da
idolatria, dos mitos e das festas
pagãs
daquelas gentes. Desse modo é que o calendário cristão foi sendo infestado
pelos eventos, costumes e festas e dos rituais
da mitologia
pagã.
Dessa
mixórdia originou-se o sincretismo religioso em que se emaranharam deuses do
paganismo e do fetichismo, com supostos
"santos"
do catolicismo romano. Até os dicionários, enciclopédias e revistas seculares
denunciam essa lamentável ocorrência de
cerimônias
pseudo-cristãs, que desfiguram e aviltam o cristianismo num culto politeísta e
mitológico.
O carnaval é
um exemplo de festa pagã encetada pelo romanismo. No mundo cristão medieval, o
carnaval era o período de festas
profanas que
se iniciava, geralmente, no Dia de Reis (Epifânia) e se estendia até a
quarta-feira de cinzas, dia em que começavam
os jejuns
quaresmais. Consistia em festejos populares e em manifestações sincréticas
oriundas de ritos costumes pagãos, como
as festas
dionisíacas, as saturnais, as lupercais e se caracterizava pela alegria
desabrida, pela eliminação da repressão e da
censura,
pela liberdade de atitudes críticas e eróticas.
Segundo o
escritor Reginaldo Prandi, especialista em sociologia das religiões, no Brasil
o sincretismo se formou no século 19,
quando os
escravos deixaram o confinamento das senzalas e passaram a viver nas cidades.
"Eles já haviam experimentado uma
assimilação
intensa do catolicismo e começaram então a reconstruir suas religiões".
Nas tradições africanas, divindades
conhecidas
como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo romano
popular, os santos também tinham
esse poder.
"Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra
raios e tempestades. Como as duas
trabalham
com raios, houve o cruzamento", explica Prandi.
Cultuados
nas duas mais populares religiões afro-brasileiras (a umbanda e o candomblé),
cada orixá corresponde a um santo
católico.
Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia
como São Jorge, mas no Rio de Janeiro
representa
São Sebastião. A umbanda é a mais sincrética das religiões afro-brasileiras,
tendo acentuado seu lado acidental com o
kardecismo.
Sua tendência mais recente é a incorporação dos elementos mágicos da chamada
Nova Era.
"Não é
a toa que no maior país católico do mundo, a passagem do ano é uma festa
profana, com brasileiros de todas as origens
sociais
vestidos de branco, fazendo suas oferendas a Iemanjá", afirma o sociólogo
Antônio Flávio Pierucci.
As festas
juninas são outro exemplo. Tratam-se de comemorações populares de espírito
lúdico, tendo boa parte delas origem
religiosa, tanto
do catolicismo romano quanto de cultos africanos, como se vê no caso do Afoxé e
de Bumba-meu-boi.
Tradicionalmente,
as festas iniciam-se a 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio e vão até o
final do mês, quando, no dia
29, se
comemora o Dia de São Pedro. Nessas festas há fogueiras, danças de quadrilha,
fogos de artifício e comidas típicas, e são
freqüentes
os casos de embriaguez, brigas e assassinatos.
Tais festas
lembram uma outra. Jerusalém estava iluminada por fogueiras, conta-nos Flávio
Josefo, quando houve a festa pelo
aniversário
de Herodes. O povo festejava na rua com banquetes, danças e bebidas. No
palácio, em meio ao banquete oferecido
aos oficiais
e nobres da Galácia, Salomé, enteada de Herodes, dançava ante seus olhares
incestuosos. Num acesso
concupiscente
de liberalidade, o rei ofereceu-lhe até a metade do seu reino. Salomé, talvez
ainda uma adolescente, corre para sua
mãe e
pergunta-lhe o que deve pedir. Herodíades, para vingar-se de João Batista, que
reprovava sua vida de adultério com o seu
cunhado,
manda que ela peça a cabeça do profeta num prato.
Assim morreu
aquele de quem Jesus falou: "João batista jejua e não bebe vinho",
Lucas 7.33. Morreu, em conseqüência de
festejos com
danças, comilanças, bebedeiras e fogueiras. E é assim que comemoram o São João:
Fazendo justamente aquilo que
ele
reprovava e que lhe causou o cruel martírio.
Igualmente
triste é a lembrança de uma fogueira na vida de Pedro. Foi exatamente sob a luz
de uma pira que o afoito apóstolo
sentiu o
olhar penetrante de Jesus e lembrou das palavras "Antes que o galo cante,
três vezes me negarás" (Mateus 14.3-12;
Marcos
6.17-29 e Mateus 26.69-75).
Satanás
escarnece dos crentes e ri dos foliões que induziu a participar e a comemorar
as datas dos "santos", fazendo exatamente
aquilo que
lhes causou sofrimento e morte.
É lamentável
que cristãos ditos evangélicos tomem parte nesses festejos pagãos em honra a
Momo e a Baco, deus do vinho, ou
fantasiem
seus filhos para a "simples festinha folclórica", entregando-os de
bandeja nas mãos de Satanás, que aproveita a
excelente
oportunidade para afastá-los da igreja e do Evangelho, talvez por toda a vida.
No carnaval
de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos
vendo, imoralidade, promiscuidade
sexual e bebedeira.
Como
cristãos não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que
vai contra os princípios claros da
Palavra de
Deus (Romanos 8:5-8 e I Cor. 6:20).
Por isto, a
nós cabe, o grande desafio como Igreja do Senhor Jesus Cristo, nos posicionarmos
em oração e jejum, anulando essa
força no
mundo espiritual e não nos conformando com tais manifestações em nossas
cidades, estados e nação, pois feliz é a
nação, cujo
Deus é o Senhor.
Nós,
Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na
verdade é em homenagem a falsos
deuses,
patronos das orgias, das bebedices, dos desvarios e dos excessos, na verdade
demônios. Pense nisso.
Veja que
você pode fazer: 1) Se arrependa de seus pecados; 2) Confessa-os ao Senhor Jesus
Cristo (única e diretamente); 3)
Peça que
Jesus faça morada em sua vida; 4) Ande em novidade de vida.
A VERDADE
ESTÁ SOMENTE NA BIBLIA - CARNAVAL – CARNE PARA BAAL
A maldição
do carnaval – origens e razão
Por que o
carnaval é maldito? Não se trata de uma festa
popular, que
arrebata multidões, proporcionando alegria a
tanta gente
em nosso país? Para que se tenha uma ideia do
significado
de uma festa, evento ou comemoração, devemos
ter em mente
quatro aspectos: a origem, os meios, a natureza
e os fins ou
resultados. Meditemos nesses quatro aspectos,
aplicando-os
ao carnaval.
Quanto à
Origem
Segundo o
Dicionário Aurélio, carnaval era “no mundo cristão
medieval,
período de festas profanas que se iniciava,
geralmente,
no dia de Reis (Epifania) e se estendia até a quartafeira de cinzas, dia em que
começavam os jejuns quaresmais.
Consistia em
festejos populares e em manifestações sincréticas,
oriundas de
ritos e costumes pagãos, como as festas dionisíacas,
as saturnais
e as lupercais, e se caracterizava pela alegria
desabrida,
pela eliminação da repressão e da censura, pela
liberdade de
atitudes críticas e eróticas. (…) Os três dias
imediatamente
anteriores à quarta-feira de cinzas, dedicados a
diferentes
sortes de diversões, folias e folguedos populares, com
disfarces e
máscaras; tríduo de momo”.
Aparentemente,
a origem do carnaval não passava de
uma
“combinação de desfiles e enfeites e de festas
folclóricas”,
mas, na realidade é uma festa que teve origem e se
desenvolveu
em festas dos chamados “Ritos de Fertilidade da
Primavera
Pagã”, oriundos da Festa a Osíris, no Egito. Em
Roma, o
carnaval teve origem nas Festas das Bacanais, em
homenagem a
Baco, “deus do vinho”, e na Saturnália em
homenagem a
Saturno, que era um deus romano. Era
considerado
um dos Titãs, filho do Céu e da Terra. Diz a
mitologia
que Saturno recebeu uma foice de sua mãe e matou
seu pai para
tomar seu lugar entre os deuses. Foi expulso por
seu filho
Júpiter (Zeus) e fugiu para o Lácio, onde fez reinar
paz e
abundância.
Naquelas
comemorações, era comum a prática de orgias e
libertinagem
sexual. Nobres e plebeus se uniam, sem
constrangimento,
dando lugar a fantasias eróticas e sexuais de
toda a
espécie. Bebedice e glutonaria predominavam entre os
foliões.
Em termos
resumidos, essa é a origem do carnaval.
Certamente,
o carnaval nasceu em meio a um ambiente de
mitologia,
adoração a deuses falsos, e à entrega a um
comportamento
libertino e lascivo. Em nada, em sua origem, o
carnaval
condiz com a postura de alguém que se diz cristão.
Podemos
dizer, sem exagero, que em sua origem o carnaval é
maldito.
Quanto aos
Meios
Desde sua
origem, os meios para a realização do carnaval são
duvidosos e
carnais. A natureza humana após o pecado
tornou-se
tendente ao mal, levando o homem a praticar tudo o
que não
agrada a Deus. Nas bacanais e nas saturnálias, festasmães do carnaval, dois
elementos eram indispensáveis:
bebidas
alcoólicas e desregramento moral, expresso em
licenciosidade
e orgias sexuais.
Hoje, não é
diferente. Além das bebidas, do exibicionismo de
sensualidade
ilícita, o carnaval incorporou o uso de drogas,
consumidas
em excesso na época da chamada “maior festa
popular do
Brasil”.
O
desregramento sexual é tão grande, que o governo do País,
receoso do
aumento dos casos de Aids, utiliza milhões de reais
para
financiar a distribuição de preservativos. O carnaval tem
sido, no
Brasil, a época em que os acidentes automobilísticos
ocorrem em
número excessivo. O número de pessoas
assassinadas
ou violentadas é incrementado. Jovens e
adolescentes
são expostos a situações de violência de modo
exacerbado.
Muitos casos de violência e mortes, entre os que
festejam
essa festa maldita, não são noticiados pela imprensa.
Casos de
estupro e agressões são encobertos “para não
prejudicar a
festa do povo”.
Dessa forma,
os meios motivadores do carnaval são ilícitos e
desonestos.
Atendem aos instintos mais baixos da natureza
humana.
Natureza do
Carnaval
Para o fiel,
que serve a Deus, tudo em sua vida deve glorificar
a Deus. Diz
Paulo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais
outra
qualquer coisa, fazei tudo para a glória de
Deus”
(1Coríntios 10.31). Não podemos vislumbrar no
carnaval
qualquer coisa que seja para a glória de Deus. O
carnaval é
de natureza carnal, mundana e diabólica.
É absurdo,
para não dizer trágico, que existam crentes de
algumas
igrejas que formam “blocos de crentes” para
“brincar” o
carnaval. E procuram usar argumentos racionais
para
justificar sua participação na festa de Momo. Alguns
dizem que
estão lá “na avenida” ou no sambódromo para
divulgar a
mensagem do Evangelho através do carnaval. E
dizem que
algumas pessoas aceitam Cristo, quando veem o
“bloco de
crentes” passar.
Trata-se de
argumento enganoso. Uma armadilha para
pessoas
incautas. Na realidade, quando crentes brincam o
carnaval, estão
avalizando a realização da festa da carne. A
mensagem que
passam, na verdade, é: “Podem brincar o
carnaval. É
salutar e desejável. Somos crentes em Jesus e aqui
estamos,
irmanados com vocês. O carnaval é lícito”. Não
podemos ver
de outra forma tal atitude, à luz da Palavra de
Deus.
Diz ainda
Paulo: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à
liberdade.
Não useis então da liberdade par dar ocasião à
carne, mas
servi-vos uns aos outros pelo amor. Os que são de
Cristo
crucificaram a carne com as suas paixões e
concupiscências”
(Gálatas 5.13,24). Imaginamos que os
argumentos
de alguns “crentes carnavalescos” podem ser até
bem
intencionados, mas são todos equivocados, quando
confrontados
com nossa regra de fé e prática, que é a Bíblia
Sagrada.
Resultados
do carnaval
Segundo
notícias na imprensa, centenas de mortes ocorrerem
durante a
festa carnavalesca. Não se sabe o número de jovens
e
adolescentes que se envolvem em brigas e agressões. Não é
divulgado o
número de adolescentes estupradas.
Como o
cristão não adota a máxima de Maquiavel, de que “os
fins
justificam os meios”, o carnaval, em todos os seus aspectos,
deve ser
condenado, como festa que causa mais males do que
bem, mais
tristeza do que alegria, mais pecado do que bons
resultados
econômicos e sociais.
Os
resultados do carnaval revelam as consequências de sua
natureza
profana e diabólica. Os crentes em Jesus jamais
devem
participar desse tipo de festa, em que o centro é a
carne.
Capítulo 1
A maldição
do carnaval
Por que o
carnaval é maldito?
Não se trata
de uma festa popular, que arrebata
multidões,
proporcionando alegria a tanta gente em
nosso país?
Para que se
tenha uma ideia do significado de uma
festa,
evento ou comemoração devemos ter em
mente quatro
aspectos: a origem, os meios, a
natureza e
os fins ou resultados. Meditemos
nesses
quatro aspectos, aplicando-os ao carnaval.
I. A ORIGEM
DO CARNAVAL
Segundo o
Dicionário Aurélio, carnaval era, no
mundo
cristão medieval, período de festas profanas
que se
iniciava, geralmente, no dia de Reis (Epifania)
e se
estendia até a quarta-feira de cinzas, dia em
que
começavam os jejuns quaresmais.
Aparentemente,
a origem do carnaval não passava
de uma
"combinação de desfiles e enfeites" e de
festas
folclóricas. Mas, na realidade é uma festa que
teve origem
e se desenvolveu em festas dos
chamados
"Ritos de Fertilidade da Primavera Pagã",
oriundos da
Festa a Osíris, no Egito.
Em Roma, o
carnaval teve origem nas Festas das
Bacanais, em
homenagem a Baco, "deus do vinho",
e na
Saturnália em homenagem a Saturno, que era
um deus
romano. Era considerado um dos Titãs,
filho do Céu
e da Terra. Diz à mitologia que Saturno
recebeu uma
foice de sua mãe e matou seu pai para
tomar seu
lugar entre os deuses. Foi expulso por seu
filho
Júpiter (Zeus) e fugiu para o Lácio, onde fez
reinar paz e
abundância.
Naquelas
comemorações, era comum a prática de
orgias e
libertinagem sexual. Nobres e plebeus se
uniam, sem constrangimento,
dando lugar a
fantasias
eróticas e sexuais de toda a espécie.
Bebedice e
glutonaria predominavam entre os
foliões.
Em termos
resumidos, essa é a origem do carnaval.
Certamente,
o carnaval nasceu em meio a um
ambiente de
mitologia, adoração a deuses falsos, e à
entrega a um
comportamento libertino e lascivo. Em
nada, em sua
origem, o carnaval condiz com a
postura de
alguém que se diz cristão. Podemos
dizer, sem
exagero, que em sua origem o carnaval é
maldito.
II. QUANTO
AOS MEIOS
Desde sua
origem, os meios para a realização do
carnaval são
duvidosos e carnais. A natureza
humana, após
o pecado, tornou-se tendente ao mal,
levando o
homem a praticar tudo o que não agrada
a Deus.
Nas bacanais
e nas saturnálias, festas-mães do
carnaval,
dois elementos eram indispensáveis:
bebidas
alcoólicas e desregramento moral, expresso
em
licenciosidade e orgias sexuais.
Hoje, não é
diferente. Além das bebidas, do
exibicionismo
de sensualidade ilícita, o carnaval
incorporou o
uso de drogas, consumidas em
excesso.
III.
NATUREZA DO CARNAVAL
Para o fiel,
que serve a Deus, tudo em sua vida deve
glorificar a
Deus. Diz Paulo: “Fazei tudo para a glória
de
Deus", 1Co 10.31.
Não podemos
vislumbrar no carnaval qualquer coisa
que seja
para a glória de Deus. O carnaval é de
natureza
carnal, mundana e diabólica.
1. Blocos de
crentes no carnaval
É absurdo,
para não dizer trágico, que existam
crentes de
algumas igrejas que formam "blocos de
crentes"
para "brincar" o carnaval.
E procuram
usar argumentos racionais para justificar
sua
participação na festa de Momo.
Alguns dizem
que estão lá "na avenida" ou no
sambódromo
para divulgar a mensagem do
Evangelho
através do carnaval. E dizem que algumas
pessoas
aceitam Cristo, quando veem o "bloco de
crentes"
passarem.
Trata-se de
argumento enganoso. Uma armadilha
para pessoas
incautas. Na realidade, quando crentes
brincam o
carnaval, estão avalizando a realização da
festa da
carne.
A mensagem
que passam, na verdade, é:
“Podem
brincar o carnaval. É salutar e desejável.
Somos
crentes em Jesus e aqui estamos irmanados
com vocês. O
carnaval é lícito".
Não podemos
ver de outra forma tal atitude, à luz da
Palavra de
Deus.
Diz ainda
Paulo: "Porque vós, irmãos, fostes
chamados à
liberdade. Não useis então da liberdade
par dar
ocasião à carne, mas servi-vos uns aos
outros pelo
amor. Os que são de Cristo crucificaram
a carne com
as suas paixões e concupiscências", Gl
5.13,24.
Imaginamos
que os argumentos de alguns "crentes
carnavalescos"
podem ser até bem intencionados,
mas são
todos equivocados, quando confrontados
com nossa
regra de fé e prática, que é a Bíblia
Sagrada.
IV.
RESULTADOS DO CARNAVAL
Segundo
notícias na imprensa, houve, no Brasil, o
registro de
2.233 acidentes nas rodovias brasileiras
no período
do carnaval de 2006, com 1.399 feridos.
Centenas de
mortes ocorreram durante a festa
carnavalesca.
Não se sabe o número de jovens e
adolescentes
que se envolveram em brigas e
agressões.
Não é divulgado o número de
adolescentes
estupradas.
Conclusão
Como o cristão
não adota a máxima de Maquiavel,
de que
"os fins justificam os meios", o carnaval, em
todos os
seus aspectos, deve ser condenado, como
festa que
causa mais males do que bem, mais
tristeza do
que alegria, mais pecado do que bons
resultados
económicos e sociais.
Os
resultados do carnaval revelam as consequências
de sua
natureza profana e diabólica. Os crentes em
Jesus jamais
devem participar desse tipo de festa,
em que o
centro é a carne.
Capítulo 2
Os males do
carnaval
São milhões
de pessoas nas ruas, fantasias, bebidas,
imoralidade,
violência, doenças e muita desgraça.
I.
DEFINIÇÕES DE CARNAVAL
É o
carnaval, a festa mais popular do Brasil. Carnaval
vem de
"carnis valles", sendo que "carnis" significa
"carne"
e "valles", "prazeres". Então, carnaval quer
dizer
"prazeres da carne". É exatamente isso: a
carne domina
essa festa diabólica.
1. O
surgimento do termo carnaval
O termo
surgiu provavelmente quando o papa
Gregório
Magno deu ao último domingo antes da
Quaresma, ou
seja, ao domingo da Quinquagésima,
o título de
"domínica ad carnes levandas".
A expressão
teria sido traduzida para "carnaval".
2. O começo
do carnaval no Brasil
No Brasil, o
carnaval começou no século 17 através
do governador
geral Salvador Correia de Sá.
Aproveitando
das características de cada região,
“essa folia
sempre traz seus males para cada cidade
do país, em
alguns lugares muito mais que em
outros”.
II. O
CARNAVAL E SEUS MALES
O carnaval é
uma desgraça para todos. Quando a
igreja faz
um evento, como marchas, passeatas
contra as
drogas e outras atividades, nenhuma
autoridade
se move para investir, mas, no carnaval,
milhões de
reais são gastos sem trazer nada
positivo, só
desgraças e males diversos.
1. O rei momo
Além de ter
um histórico relacionado com deuses
pagãos do
Egito e Roma, podemos observar que o
rei momo se
origina no deus da bebida, ou seja, no
demónio que
destrói os lares com bebedeira que
provoca
acidentes e desgraças.
O carnaval
também é uma festa da igreja católica
relacionada
com a quaresma. Seria relacionado com
o jejum da
Igreja Católica.
2. A festa
da opressão demoníaca
Diante dessa
relação espiritual, podemos concluir
que é uma
festa da opressão demoníaca,
principalmente
porque teve origem nos deuses
pagãos,
sendo sequenciado pela idolatria da Igreja
Romana.
Perceba as sutilezas dessa festa e saiba
que estamos
diante de uma batalha espiritual.
3. A relação
do carnaval com entidades
demoníacas
Vale lembrar
que, antes de cantar e tocar em um trio
elétrico, em
Salvador, muitos músicos fazem pactos
e despachos
com entidades demoníacas. Há toda
uma ação
espiritual do mal em torno dessa festa.
O terapeuta
Henrique Vieira Filha afirma, em um
artigo
publicado na internet, o seguinte: "Das várias
divindades
pagãs' relacionadas aos rituais da
primavera, a
que melhor se adequa ao atual espírito
carnavalesco
é Baco (Dioníso), deus do paroxismo,
ou seja, ele
conduz a conhecer nosso lado oculto,
simplesmente
vivenciando-o".
E é
exatamente isso que muitos fazem nesse
período,
saciando desejos ocultos e reprimidos,
envolvendo
libertinagem, violência e valias formas
contrárias
aos valores estabelecidos por Deus em
Sua Palavra.
Trata-se de
uma catarse coletiva, uma "válvula de
escape",
sob relativa tolerância da sociedade, visto
que são
manifestações limitadas no tempo e espaço.
4. Máscaras
e fantasias
Alguns
historiadores associam o uso de máscaras e
fantasias
como forma de ocultarem as verdadeiras
identidades,
evitando represálias após findo o
período de
inversão de valores, onde escravos se
faziam de
senhores e a oposição criticava a situação.
Ao invés de
ocultar, as máscaras servem justamente
para
despertar, em quem as usam as características
ocultas e
que são tradicionalmente atribuídas ao ser
personificado.
Ritualisticamente,
nas mais variadas culturas, as
máscaras
estão associadas a preparações
geralmente
relacionadas com religiões pagãs e cultos
aos
demónios, objetivando que os atributos
evocados não
venham a sobrepujar o "eu" do
usuário. Ou seja,
o usuário da máscara não aparece,
permitindo
ao mesmo cultuar ao “deus” que ele
quiser e ter
os comportamentos que atendem a seus
desejos sem,
contudo, ser identificado. Fica livre das
críticas e
julgamentos.
5. O
carnaval e as drogas
Há o aumento
do tráfico de drogas (vindas de várias
partes do
mundo) para o Brasil na época do
carnaval.
Durante essa
festa mundana, acontece também a
maior
"bebedeira" do ano. Drogas são como água
nas ruas das
cidades, inclusive com a iniciação de
muitos adolescentes
no mundo dos drogados.
Muitas
crianças e adolescente tornam a sua primeira
dose ou seu
primeiro gole. Os males se estendem
pelo resto
da vida. Foge do controle da polícia. Foge
do controle
da família. Foge do controle de todos. É
uma loucura
total.
6. Depois do
carnaval
Depois do
carnaval, você encontra manchetes de
jornais como
estas: Terror. Quarta-feira negra.
Chega a 189
o número de cadáveres nas rodovias no
carnaval.
Polícia Rodoviária registrou 3.563
acidentes.
Número de mortos supera 2010 e 2009";
"O
número total de ocorrências na folia de Salvador
(BA) cresceu
2,7% em 2011, segundo balanço da
Secretaria
de Segurança Pública”.
O número foi
puxado pelo aumento de registros de
lesões
corporais causadas por brigas, que teve
aumento de
22%, entre o Carnaval de 2010 e 2011.
De acordo
com o balanço da Secretaria, foram 1.226
registros em
2011, contra 1.193 em 2010.
Brigas,
assassinatos, roubos, assaltos e muito mais é
o que
acontece de forma destruidora durante o
carnaval.
Segundo o repórter
Jorge António Barros, em artigo
publicado no
site do jornal O Globo, do Rio de
Janeiro,
“das 12 escolas de samba do Grupo Especial
do Rio, seis
são de bicheiros, uma do tráfico de
drogas e
outra da máfia do óleo, um grupo
criminoso
que há anos rouba combustível de
embarcações
ancoradas na Baía de Guanabara”.
Muitas
doenças como gripe, herpes, hepatite,
conjuntivite
e muitas outras se espalham muito mais
durante o
carnaval.
A ocorrência
dessas doenças é fruto da combinação
entre as
costumeiras aglomerações, os muitos beijos
e a falta de
descanso e de alimentação corretos
durante a
festa, que provoca a diminuição da
imunidade do
organismo. A maioria desses males é
transmitida
pelo contato entre as pessoas.
Capítulo 3
Carnaval,
herança do
paganismo
O carnaval é
a maior festa popular comemorada na
atualidade,
cuja origem encontra-se no paganismo
dos povos
antigos, entre eles os egípcios, babilónios
e assírios,
que se entregavam aos prazeres carnais
em
determinada época do ano.
Ele se
propagou por todo o mundo e, no Brasil,
tornou-se o
mais pujante e o mais "quente" dos
carnavais
realizados no mundo, devido às nossas
raízes
africanas e indígenas.
A sua
comemoração abre nossas fronteiras a
milhares de
turistas de diversas nações, atraídos
pelo "clima"
e pelas fascinantes escolas de samba e
suas
mulatas.
Nestes
quatro dias de folguedo, os carnavalescos
entregam-se
totalmente à devassidão. Esquecem-se
de si
mesmos, dos parentes, dos amigos e,
principalmente,
de Deus, digno de toda honra e
glória.
Então, os
poderes sobrenaturais das trevas
assumem o
completo controle da situação e muitos
deles,
dominados por estas entidades satânicas,
cometem toda
espécie de torpeza, que, por certo,
teriam
vergonha de pensar em praticá-las se
estivessem
conscientes de seus atos.
1.
Evangelização
Melhor seria
que o carnaval, de acordo comum de
seus
significados, a carne nada vale, fosse uma festa
religiosa em
que as pessoas se entregassem ao
jejum, à
oração e à meditação, como fazem os
muçulmanos
no Ramadam.
Acredito que,
no passado remoto, o procedimento
fosse assim,
pois, tradicionalmente, esta festividade
termina na
quarta-feira, quando muitos dos
carnavalescos
vão à missa expurgar seus pecados
através do
recebimento da cinza na testa por
intermédio
de um religioso católico, que se expressa
"Lembra-te
carne que tu és pó e que em pó hás de
tornar".
No entanto,
não acredito que haja arrependimento
por parte
dos que se entregam à dissolução e
depravação
durante quatro dias para, na quartafeira, procurar a religião em busca de uma
"purificação".
Simplesmente, procedem assim por
mera
tradição. Com certeza, saem dali como
entraram,
totalmente perdidos e dispostos a fazer
tudo de novo
no próximo ano... Até pior.
Nós,
evangélicos, devemos nos empenhar para que
tais
carnavalescos abandonem seus pecados através
de um
arrependimento profundo pela conversão a
Cristo.
Vários
puxadores de samba, mestres-salas,
passistas,
baianas etc, já aceitaram Jesus como
Salvador e
hoje dão graças a Deus pela
oportunidade
que tiveram de ouvir a mensagem do
Evangelho em
plena folia do carnaval.
Hoje,
dedicam-se à evangelização de seus excompanheiros que se encontram nas garras
de
Satanás,
seduzidos por ansiedade e desespero,
quando
alguns, inclusive, até se matam.
Deus jamais
aceitou tal procedimento do ser
humano. O
Todo-poderoso permite que esta festa
mundana
aconteça, pois é misericordioso e deseja
que todos se
salvem.
Portanto,
devemos somar os nossos esforços para
alcançarmos
essas pobres almas seduzidas pelo
Diabo, que
deseja afastá-las do caminho do céu.
Vale a pena
evangelizá-las, pois são carentes do
amor de Deus
e sempre nos serão gratas pelo que
fizemos para
ajudá-las a fugir das garras de Satanás.
2. Culto ao Diabo
A afronta
que este evento provoca a Deus equiparase a do banquete que Belsazar, rei
dos-caldeus,
concedeu aos
seus nobres. Totalmente embriagado
e
inconsciente de seus atos, pediu que trouxessem
os vasos
sagrados retirados do Templo em
Jerusalém, a
fim de, por meio deles, oferecer um
culto aos
seus deuses.
O supremo
Criador não tolerou o procedimento
daquele
soberano e o castigou com uma morte cruel
naquela
mesma noite.
O carnaval é
uma festa mundana em que milhões de
pessoas,
consciente ou inconscientemente, através
da carne,
prestam um culto a Satanás e provocam a
ira de Deus.
Por isso,
cabe a nós, evangélicos, fazer algo que os
ajude a sair
do caminho do inferno, a fim de que
marchem
conosco para a vida eterna com Cristo.
Vale a pena!
Capítulo 4
A
controvertida história do
carnaval e a
sua reprovação
bíblica
I. A
CONTROVERTIDA HISTÓRIA
Alguns
historiadores associam o começo das festas
carnavalescas
aos cultos feitos pelos antigos para
agradecer
pelas boas colheitas agrárias, isso há mais
de três mil
anos antes de Cristo.
Já outros
dizem que seu início teria acontecido mais
tarde, no
Egito, em homenagem à deusa Isis e ao
Touro Apis,
com danças, festas e pessoas
mascaradas.
Também
atribuem seu início aos gregos, que
festejavam a
celebração da volta da primavera e os
cultos ao
deus Dionísio entre os anos 605 e 527 a.C.
Outros falam
da Roma Antiga com suas orgias
sexuais,
saturnais e lupercais em honra aos deuses
Baco,
Saturno e Pá.
Uma coisa,
porém, é comum a todos: o carnaval tem
sua história
ligada a fenómenos astronómicos ou da
natureza. O
carnaval se caracteriza por festas,
divertimentos
públicos, bailes de máscaras e
manifestações
folclóricas.
1) A
discussão em torno da definição
Assim como a
origem da festa, a palavra "carnaval"
também apresenta
diversas versões e não há
unanimidade
entre os estudiosos.
Há quem
defenda que o termo carnaval deriva de
"carne
vale" (Adeus, carne!) ou de "carne levamen"
(supressão
da carne).
Essa
interpretação da origem etimológica da palavra
remete-nos
ao início do período da Quaresma, que
era, em sua
origem, não apenas um período de
reflexão
espiritual, mas também uma época de
privação de
certos alimentos, dentre eles a carne.
Outra
interpretação, essa mais comum, é que seu
significado
é "festa — ou festival — da carne".
2) O
carnaval no Brasil imperial
No Brasil
imperial, o carnaval era chamado de
"entrudo"
por influência dos portugueses que
trouxeram,
em 1723, brincadeiras e festejos
carnavalescos.
Muitos
atribuem o início do carnaval no Brasil à festa
feita pelo
povo para comemorar a chegada da
Família
Real. As pessoas saíram comemorando pelas
ruas com
música, usando máscaras e fantasias.
Portanto,
essa festa não possui nenhum sentido
sacro em sua
origem, muito ao contrário.
II. A
REPROVAÇÃO BÍBLICA AO
CARNAVAL
Inúmeras
passagens bíblicas poderiam ser citadas
para
condenar as práticas carnavalescas.
Porém, há um
texto que penso ser a mais fiel
representação
do que acontece nessas festas em
nosso
Brasil.
O apóstolo
Paulo diz em Gaiatas 5.19-21: "As coisas
que a
natureza humana produz são bem conhecidas.
Elas são: a
imoralidade sexual, a impureza, as ações
indecentes,
a adoração de ídolos, as feitiçarias, as
inimizades,
as brigas, as ciumeiras, os acessos de
raiva, a
ambição egoísta, a desunião, as divisões, as
invejas, as
bebedeiras, as farras e ' outras coisas
parecidas
com essas. Repito o que já disse: os que
fazem essas
coisas não receberão o, Reino de Deus"
(NTLH).
Pessoalmente,
desconheço uma descrição bíblica
mais fiel ao
que acontece nos dias de festas
carnavalescas.
Há alguns
anos, uma das bandas da Bahia lançou
uma musica
que incentivava a traição entre os
casais. A
letra rala de ter uma espécie de "passe
livre"
por uma noite para fazer o que quiser.
Propositalmente,
utilizei a versão da Nova Tradução
na Linguagem
de Hoje para que fique claro que as
palavras de
Paulo não são referentes a um passado
distante.
Afinal, pecado é pecado em qualquer
época.
1) Alerta
aos cristãos
É
inadmissível um cristão participar de tais práticas.
Os que fazem
isso não recebem o Reino de Deus em
seus
corações e nem alcançarão o Reino na sua
plenitude.
As obras da carne nos afastam de Deus.
Somos
advertidos a cuidar de nossos olhos, pois,
para onde
olharmos, a mídia, seja impressa,
televisiva
ou online, está repleta de imagens
indecorosas.
Um verdadeiro atentado à moralidade.
E um período
de inversão total de valores. Homens
se vestem de
mulher e mulheres se vestem de
homem.
2) As
notícias ao final da festa da carne
Além disso,
basta apenas ver as notícias ao final da
festa da
carne para constatar que ocorreu o maior
número de
acidentes automobilísticos com vitimas
fatais;
maior número de contaminação por vírus HIV
em
decorrência da promiscuidade e uso
compartilhado
de seringas para consumo de drogas
injetáveis,
assim como as demais doenças
sexualmente
transmitidas; aumento considerável do
número de
crimes, como homicídios, furtos, roubos,
estupros,
abusos de rodas as espécies, pedofilia;
famílias
destruídas devido às brigas decorrentes de
adultério e traição;
embriaguez com uso exagerado
de álcool;
vandalismo e atos de desordem deixando
a cidade
suja, exalando odor de urina; aumento de
casos de
gravidez não planejada; suicídios;
overdose;
aumento do número de atendimentos em
postos de
saúde e emergências dos hospitais.
Para muitas
cidades, o carnaval é sinónimo de
aumento de
arrecadação, um momento de ganhar
dinheiro.
Mas, a
pergunta, para ficar na questão ética, é se é
justo
produzir riquezas às custas de tantas
desgraças?
Podem dizer
"Vivemos em um país livre, as pessoas
são livres
para optarem ficar em casa descansando,
sair de
férias ou, ir pular carnaval'". Os que fazem a
opção por se
afastarem das obras da carne, que
querem
preservar a família, as amizades, os bons
relacionamentos,
são tidos como antissociais.
Contudo,
ficamos com as palavras de Pedro: "Mais
importa
obedecer a Deus do que aos homens" (At 5-
29).
Obedecendo a
Deus, habitaremos eternamente com
o Senhor,
"e ali nunca mais haverá maldição contra
alguém; e
nela estará o trono de Deus e do
Cordeiro, e
os seus servos o servirão" (Ap 22.3).
💡 Uma Reflexão Final
O Carnaval pode parecer apenas uma tradição cultural, mas suas raízes e práticas revelam algo mais profundo. Não se trata de condenar pessoas, mas de discernir ambientes.
A verdadeira alegria não está na euforia momentânea, mas na paz que vem de Deus.
Enquanto muitos se atraem pelas máscaras, o cristão é chamado a viver sem elas — com identidade firmada em Cristo.
Se Cristo estivesse visivelmente ao meu lado, eu faria as mesmas escolhas?
O Evangelho não nos chama para uma vida sem alegria. Ele nos chama para uma alegria que não termina quando a festa acaba.
E agora eu quero ouvir você:
👉 O que você pensa sobre o Carnaval à luz da Bíblia?
👉 Você acredita que é possível participar sem comprometer a fé?
👉 Como essa reflexão falou ao seu coração?
Porque quando a música para…
a eternidade continua.
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fontes:http://macfly.multiply.com/journal/item/41
(18 of 19)26/2/2006 14:17:35
A VERDADE ESTÁ SOMENTE NA BIBLIA - CARNAVAL – CARNE PARA BAAL
a maldiçao do carnaval
Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2006 * Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2007 * Jornal Mensageiro da Paz, fevereiro de 2012 *Jornal Mensageiro da Paz, março de 2011
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